Categoria: Saúde

  • Nota da SEMUSA sobre casos suspeitos de meningite

    A Secretaria Municipal de Saúde de Rolim de Moura informa que, até o momento, há dois casos suspeitos de meningite em investigação.

    Ressaltamos que ainda não há confirmação dos casos, pois aguardamos os resultados dos exames laboratoriais para definição diagnóstica.

    Como medida preventiva e de segurança, foi orientado que todas as pessoas que tiveram contato com os casos suspeitos procurem a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação e, se necessário, realização de profilaxia medicamentosa.

    Destacamos que essa conduta é estritamente preventiva, com o objetivo de reduzir qualquer risco de transmissão.

    Reforçamos a importância de manter o cartão de vacinação atualizado, conforme o calendário vacinal vigente, como medida essencial de proteção individual e coletiva contra doenças imunopreveníveis, incluindo a meningite.

    A Secretaria Municipal de Saúde segue monitorando a situação, e novas informações serão divulgadas oportunamente.

    Fonte: Assessoria

  • Anvisa suspende venda de xaropes com clobutinol

    Anvisa suspende venda de xaropes com clobutinol

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (27), a suspensão imediata da venda e do uso de todos os medicamentos que contenham a substância clobutinol. O componente é utilizado na formulação de diversos xaropes antitussígenos comercializados no mercado brasileiro.

    A decisão fundamenta-se em um parecer técnico da Gerência de Farmacovigilância do órgão, que identificou um aumento significativo no risco de arritmias cardíacas graves em pacientes que utilizam a substância. Segundo a agência, a gravidade dos efeitos colaterais supera qualquer benefício terapêutico oferecido pelo fármaco.

    A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda (27) e já está em vigor.

    Fonte: Agência Brasil

  • Casos de burnout disparam no Brasil e acendem alerta para saúde mental no trabalho

    Casos de burnout disparam no Brasil e acendem alerta para saúde mental no trabalho

    Afastamentos por transtornos mentais aumentam e especialista alerta para sintomas silenciosos no dia a dia

    O estresse no trabalho já faz parte da rotina de muitos profissionais. Ainda assim, o esgotamento mental não deve ser naturalizado e reconhecer seus sinais é essencial para evitar consequências mais graves.

    Em 2025, o Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais, segundo o Ministério da Previdência Social — um aumento de 15,66% em relação a 2024, quando foram concedidos 472.328 benefícios.

    Entre os motivos de afastamento, a síndrome de burnout apresentou um crescimento expressivo. Os registros praticamente triplicaram, passando de 1.760, em 2023, para 6.985, em 2025, de acordo com dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) analisados pelo Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT).

    Esse cenário também impacta diretamente as empresas, com aumento do absenteísmo, presenteísmo, rotatividade e até da judicialização. Assim, a saúde mental deixa de ser apenas uma questão individual e passa a ser um desafio estratégico e econômico.

    A situação se agrava porque casos de burnout, ansiedade e esgotamento emocional costumam ser silenciosos e, muitas vezes, passam despercebidos no dia a dia. Segundo o psiquiatra Daniel Sócrates, doutor pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o problema se desenvolve aos poucos, escondido em uma rotina que valoriza produtividade constante e alta performance.

    “Hoje vemos pessoas funcionando no limite por longos períodos, sem perceber que já estão em sofrimento psíquico. O corpo e a mente dão sinais, mas eles são frequentemente ignorados ou normalizados”, explica. Por isso, é importante ficar atento a esses sinais antes que o quadro se agrave.

    Como identificar sinais de burnout

    O esgotamento mental raramente surge de forma repentina. Antes disso, há sinais importantes de alerta:

    • Cansaço constante, mesmo após descanso;
    • Dificuldade de concentração e lapsos de memória;
    • Irritabilidade e impaciência frequente;
    • Sensação de sobrecarga emocional;
    • Insônia ou sono não reparador;
    • Queda de produtividade;
    • Falta de motivação para tarefas simples.

    “Esses sintomas são frequentemente confundidos com ‘fase difícil’ ou ‘pressão do trabalho’, mas quando se tornam persistentes, já indicam um processo de adoecimento”, alerta o psiquiatra.

    De acordo com o psiquiatra, mais do que o volume de tarefas, o que tem levado ao adoecimento é a carga emocional constante. Pressão, conflitos, decisões difíceis e a necessidade de manter controle o tempo todo estão entre os principais pontos.

    Com isso, o profissional exausto passa a decidir pior, reagir mais e escutar menos, o que afeta diretamente a qualidade da liderança e das relações no ambiente de trabalho. “O que mais adoece hoje não é apenas o excesso de trabalho, mas o excesso de tensão emocional que ninguém mede”, conclui.

    FONTE: SBT NEWS

  • Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra a covid-19 aos estados

    Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra a covid-19 aos estados

    Nova remessa busca reforçar os estoques regionais e ampliar a cobertura vacinal; foco prioritário está em idosos, gestantes e crianças de 6 meses a 5 anos.

    O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (16), o envio de 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todas as unidades da federação. Com essa nova remessa, o total de imunizantes distribuídos no Brasil apenas nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses. A medida visa garantir que os estados e municípios tenham estoque suficiente para atender à demanda da população, especialmente diante do atual cenário epidemiológico que registra mais de 62 mil casos de síndrome gripal pela doença neste ano.

    As vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) foram atualizadas para combater as variantes mais recentes em circulação. O ministério ressaltou que a logística local que inclui o controle de validade e a aplicação é de responsabilidade das secretarias estaduais e municipais de saúde. Entre janeiro e março de 2026, 4,1 milhões de doses já haviam sido enviadas, das quais 2 milhões foram aplicadas, indicando a necessidade de intensificar as campanhas de conscientização para elevar os índices de imunização.

    O esquema vacinal para 2026 prioriza grupos com maior risco de complicações. Idosos a partir de 60 anos e pessoas imunocomprometidas devem receber doses periódicas a cada seis meses. Já as gestantes têm recomendação de uma dose em qualquer fase da gravidez. Para as crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, o calendário prevê um esquema básico de duas ou três doses, dependendo do imunizante utilizado. A população geral entre 5 e 59 anos que ainda não foi vacinada também deve procurar uma unidade de saúde para receber a dose única.

    Até o início de abril, a covid-19 foi responsável por 4,7% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, resultando em 188 óbitos confirmados. Embora os números de formas graves da doença estejam em queda quando comparados a anos anteriores, a pasta reforça que a vacinação continua sendo a ferramenta mais eficaz para prevenir hospitalizações. A orientação oficial é que todos os cidadãos, especialmente os pertencentes aos grupos prioritários como trabalhadores da saúde, indígenas e quilombolas, mantenham sua caderneta de vacinação atualizada.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Casos de vírus sincicial respiratório acendem alerta no Brasil

    Casos de vírus sincicial respiratório acendem alerta no Brasil

    Aumento de casos é impulsionado por rinovírus, Influenza A e vírus sincicial respiratório; Anvisa amplia indicação de vacina para adultos.

    Um novo boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acendeu o alerta para a saúde respiratória no Brasil. O documento sinaliza que 18 estados e o Distrito Federal enfrentam situação de alto risco para casos graves de síndromes gripais. Desse total, pelo menos 13 unidades federativas apresentam uma tendência de aumento nas notificações para as próximas semanas. Entre os agentes identificados nas amostras positivas, o rinovírus lidera com 40,8%, seguido pela Influenza A (30,7%) e o vírus sincicial respiratório (19,9%).

    O vírus sincicial respiratório (VSR) é um dos que mais preocupam as autoridades sanitárias, especialmente pelo impacto em bebês, idosos e imunossuprimidos. Altamente contagioso, o VSR é o principal responsável por casos de bronquiolite em crianças menores de dois anos, podendo causar desde sintomas leves, como coriza e tosse, até quadros de insuficiência respiratória grave que exigem internação hospitalar e suporte de oxigênio.

    Para combater o avanço dessas doenças, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana a ampliação do uso da vacina Arexvy. Anteriormente restrito a idosos com mais de 60 anos, o imunizante agora pode ser aplicado em adultos a partir dos 18 anos na rede privada. Estudos clínicos comprovaram que a resposta imune em adultos jovens é eficaz na prevenção de doenças do trato respiratório inferior causadas pelo VSR, auxiliando na redução de hospitalizações em grupos com comorbidades.

    Na rede pública, o Sistema Único de Saúde (SUS) mantém estratégias focadas na proteção materno-infantil. Gestantes podem receber a vacina a partir da 28ª semana para transferir anticorpos ao bebê, e recém-nascidos do grupo de risco contarão, a partir deste ano, com o medicamento nirsevimabe. Como não existe tratamento específico para o VSR, o Ministério da Saúde reforça medidas preventivas básicas: lavagem frequente das mãos, higienização de superfícies, ventilação de ambientes e evitar o contato de crianças e idosos com pessoas que apresentem sintomas gripais.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Casos de dengue no Brasil despencam 75% nos primeiros meses de 2026

    Casos de dengue no Brasil despencam 75% nos primeiros meses de 2026

    Dados do Ministério da Saúde mostram recuo acentuado em relação ao ano anterior; uso de tecnologias e vacina nacional impulsionam melhora.

    Os casos prováveis de dengue no Brasil registraram uma queda expressiva de 75% no início de 2026, sinalizando um controle maior sobre a arbovirose após anos críticos. Segundo o Ministério da Saúde, entre janeiro e 11 de abril, foram notificados 227,5 mil casos, contra os 916,4 mil registrados no mesmo período de 2025. O resultado consolida uma tendência de baixa iniciada no ano passado, distanciando o país do pico histórico de 2024, quando as notificações ultrapassaram a marca de 6,6 milhões.

    A pasta atribui a redução ao fortalecimento de estratégias coordenadas com estados e municípios. Entre as principais ações estão as “ovitrampas”, armadilhas de monitoramento do mosquito Aedes aegypti já presentes em 1,6 mil cidades. Além disso, o governo aposta em inovações biológicas, como o uso de insetos estéreis irradiados e a expansão do método Wolbachia em 72 municípios prioritários, técnica que impede o vírus de se desenvolver dentro do mosquito.

    No campo da imunização, o Brasil avançou com a aplicação de 1,4 milhão de doses em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. O grande diferencial de 2026 é o início da oferta da vacina nacional de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. O imunizante está sendo testado em três municípios-piloto para a faixa de 12 a 59 anos, além de profissionais de saúde, somando mais de 300 mil aplicações nesta fase inicial de implementação.

    O balanço do ministério também trouxe notícias positivas sobre outras doenças infecciosas. Em 2025, o país registrou o menor número de casos de malária desde 1979, com destaque para a redução de 22% nos casos e 80% nos óbitos em território Yanomami. O avanço no diagnóstico rápido e o tratamento de 25 mil pacientes com tafenoquina foram essenciais para esses indicadores, demonstrando a eficácia da busca ativa e do suporte especializado em áreas vulneráveis.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Comer mais frutas e vegetais pode melhorar a qualidade do sono

    Comer mais frutas e vegetais pode melhorar a qualidade do sono

    A alimentação influencia diretamente o descanso, levando a um aumento na produção de melatonina

    O que colocamos no prato ao longo do dia pode ir muito além da nutrição imediata, refletindo também no funcionamento do organismo à noite, incluindo a qualidade do sono. O estudo “Higher daytime intake of fruits and vegetables predicts less disrupted nighttime sleep in younger adults”, conduzido por pesquisadores da Universidade de Columbia e da Universidade de Chicago, analisou a relação entre alimentação e qualidade do sono em adultos jovens e saudáveis.

    A pesquisa investigou como o consumo diário de diferentes grupos alimentares pode influenciar padrões de descanso na noite seguinte, com destaque para frutas e vegetais, associados a um sono mais contínuo e reparador.

    “Muitas pessoas têm essa dúvida se existem alimentos que podem ajudá-las a dormir melhor. Sabemos que pequenas mudanças podem impactar o sono. A alimentação desempenha um papel importante na qualidade do sono, pois o que e quando se come pode influenciar diversos aspectos do sono”, afirma a nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). 

    Nesse contexto, a médica explica que substâncias estimulantes, como a cafeína, podem prejudicar o sono ao deixar o organismo em estado de alerta, dificultando o início do descanso. Em contrapartida, alguns alimentos possuem compostos que ajudam no relaxamento e podem favorecer uma melhor qualidade do sono, como aqueles ricos em triptofano, magnésio e vitaminas do complexo B.

    Impactos da alimentação na qualidade do sono

    Segundo a Dra. Marcella Garcez, as perturbações do sono podem ter consequências de longo alcance, afetando a saúde cardiovascular e metabólica, a memória, a aprendizagem, a regulação do humor e os relacionamentos interpessoais. “É necessário um melhor entendimento dessa associação. Modificações na dieta podem representar uma abordagem nova e natural para conseguir dormir melhor”, afirma.

    No estudo, 34 adultos jovens saudáveis, sem histórico de problemas de sono, forneceram dados sobre dieta e qualidade do sono ao longo de 201 dias, em registros combinados de alimentação e descanso. Eles anotaram diariamente o consumo alimentar por meio de um aplicativo e utilizaram um monitor de pulso para medir os padrões de sono. A partir desses dados, os pesquisadores observaram que a dieta diária influenciava o sono da noite seguinte.

    “Os participantes que consumiram mais frutas e vegetais durante o dia dormiram melhor (ou seja, tiveram menos interrupções na continuidade do sono) naquela mesma noite do que os participantes que consumiram mais carboidratos saudáveis (sem adição de açúcar). Com base em suas descobertas, os pesquisadores estimam que, em comparação com uma pessoa que não consome frutas e vegetais, alguém que consome cinco xícaras por dia — quantidade recomendada pelas diretrizes alimentares internacionais — pode experimentar uma melhora de 16% na qualidade do sono”, comenta a nutróloga.  

    Os carboidratos presentes em frutas e vegetais ajudam o cérebro a absorver o triptofano, o que pode levar ao aumento da produção de melatonina e contribuir para um sono mais saudávelImagem: Hananeko_Studio | Shutterstock

    Consumo de frutas e vegetais melhora o sono

    A Dra. Marcella Garcez explica que uma teoria sobre por que o consumo de frutas e vegetais pode melhorar a qualidade do sono é que os carboidratos presentes neles ajudam o cérebro a absorver o triptofano, levando a um aumento na produção de melatonina — um hormônio natural que promove a manutenção do sono.  

    “Comer frutas e vegetais durante o dia tem um impacto imediato na qualidade do sono à noite. Uma dieta rica em carboidratos complexos, frutas e vegetais, consumida regularmente, é a melhor opção para a saúde do sono a longo prazo”, esclarece.  

    Hábitos que podem afetar o sono

    Para dormir melhor, a especialista ainda destaca que é importante evitar refeições muito pesadas pouco antes de se deitar, já que isso pode causar desconforto gastrointestinal e prejudicar a qualidade do sono. A desidratação também pode provocar incômodos durante a noite, enquanto o consumo excessivo de líquidos antes de dormir pode levar a interrupções frequentes para ir ao banheiro.

    De acordo com a nutróloga, uma alimentação equilibrada e nutritiva pode contribuir para a estabilidade dos níveis de açúcar no sangue, ajudando a reduzir despertares noturnos. A regularidade nos horários das refeições também pode auxiliar na regulação do relógio biológico do corpo, enquanto o consumo excessivo de álcool e nicotina tende a impactar negativamente a qualidade do sono.

    Alimentos que podem contribuir para um sono mais saudável

    A médica diz que não existe uma receita “mágica” para garantir uma boa noite de sono, mas que alguns alimentos e refeições podem contribuir para um sono mais saudável, embora a resposta ao consumo varie entre indivíduos.

    Para atingir a recomendação de cinco xícaras diárias de frutas e vegetais, é preciso considerar equivalências práticas, como as da Associação Americana do Coração. “Para essa tabela, uma xícara equivale a: 1 maçã, pera, laranja, toranja ou pêssego de tamanho médio; 22 uvas; 12 cenouras pequenas ou 2 cenouras médias; 2 xícaras de folhas verdes; 1 espiga grande de milho; 1 batata média”, conta.

    Conforme a Dra. Marcella Garcez, também é possível apostar em alimentos que ajudam a dormir melhor, “como os alimentos ricos no aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina e da melatonina, hormônio que regula o sono, presente em alimentos como peru, frango, leite, iogurte, banana e nozes. Alguns alimentos, como cerejas, tomates, uvas e morangos, contêm naturalmente a melatonina e podem ajudar a regular os ciclos do sono”.

    A lista de alimentos que contribuem para a qualidade do sono é longa: “Os carboidratos integrais, como aveia, arroz integral e quinoa, vegetais verdes, alimentos ricos em ômega 3, como peixes de águas frias, sementes e nozes, sem esquecer dos alimentos ricos em vitaminas do complexo B, especialmente B6, como carne magra, batata, banana e abacate, todos podem ter benefícios para a qualidade do sono”, finaliza a médica.

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • Entrega de ambulância UTI por Aldo Júlio, com apoio de Cássio Góis, reforça estratégia da gestão em Nova Estrela

    Entrega de ambulância UTI por Aldo Júlio, com apoio de Cássio Góis, reforça estratégia da gestão em Nova Estrela

    A Prefeitura de Rolim de Moura realizou, na tarde desta segunda-feira (13), a entrega de uma ambulância tipo D, equipada como UTI móvel à UBS Eni Corrêa da Silva, no Distrito Nova Estrela.
    A solenidade foi conduzida pelo prefeito Aldo Júlio, com apoio do deputado estadual Cássio Góis, responsável pela destinação do recurso que viabilizou a aquisição do veículo. A conquista atende a uma solicitação da vereadora Cida da Saúde, que articulou o pedido junto ao parlamentar.
    A ambulância representa um avanço significativo para o único distrito de Rolim de Moura, garantindo transporte adequado e suporte avançado a pacientes em estado grave, proporcionando mais segurança e agilidade no atendimento.

    O ato contou com a presença da secretária municipal de saúde, Geiciane Louback, do vice-prefeito Alcides Rosa, morador do distrito de Nova Estrela, do administrador distrital Nilvaldo Lagasse, da vereadora Janete Lins, além de secretários municipais, da direção da unidade de saúde e outras autoridades.
    Durante o evento, o prefeito Aldo Júlio destacou que a entrega integra um conjunto de investimentos na área da saúde, incluindo a implantação de leitos de UTI no Hospital Municipal, projeto que, segundo ele, está em fase avançada e deve se tornar realidade em breve.

    Ele também ressaltou a atenção especial que a atual gestão tem dedicado ao distrito Nova Estrela. Entre as ações realizadas, destacam-se a recuperação e manutenção de estradas vicinais, investimentos na iluminação pública, apoio direto ao produtor rural com serviços de infraestrutura, melhorias no atendimento da atenção básica em saúde; além da presença constante de equipes da administração municipal na comunidade.

    Ao final, Aldo Júlio reafirmou que os investimentos em Nova Estrela seguem como prioridade. “Estamos trabalhando para levar qualidade de vida à população, com ações concretas que atendam às necessidades tanto da cidade quanto dos distritos”, destacou.
    A entrega da ambulância UTI simboliza mais um avanço da gestão municipal, consolidando o compromisso com uma saúde pública mais estruturada, eficiente e acessível para toda a população de Rolim de Moura.

    Fonte: Assessoria

  • Brasil cria Memorial da Pandemia em homenagem às mais de 700 mil vítimas da Covid-19

    Brasil cria Memorial da Pandemia em homenagem às mais de 700 mil vítimas da Covid-19

    Em um gesto de reconstrução da memória pública e de compromisso com a vida, o Ministério da Saúde lançou em 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, o Memorial da Pandemia, em homenagem às mais de 700 mil vítimas da Covid-19. Instalado no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), no Rio de Janeiro, o espaço preserva essa memória e marca a reabertura do centro cultural à população. A iniciativa ocorre em um contexto de reconstrução das políticas públicas de saúde, após um período marcado pela desinformação e pelo negacionismo científico.

    “O Brasil viveu, durante a pandemia, não apenas uma crise sanitária, mas uma crise de responsabilidade pública. O negacionismo custou vidas. A ciência já demonstrou que grande parte das mortes poderia ter sido evitada se tivéssemos seguido as evidências, incentivado a vacinação e protegido a população. O que vimos foi o oposto: desinformação, descrédito da ciência e até a banalização do sofrimento de quem estava doente. Isso não pode ser normalizado nem esquecido”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Padilha destacou ainda que o memorial também cumpre o papel de lembrar que o negacionismo tem consequências concretas, profundas e irreversíveis. “Preservar essa memória é essencial para que o Brasil nunca mais repita esse erro e para que a defesa da ciência e da vida seja sempre um princípio inegociável na condução da saúde pública”, concluiu.

    A homenagem às vítimas reúne diferentes espaços no memorial: uma instalação digital com os nomes das pessoas que morreram por Covid-19, um monumento, uma escultura de Darlan Rosa, criador do personagem Zé Gotinha, e um parquinho temático voltado ao público infantil, com foco na promoção da vacinação. O Ministério da Saúde também prestou homenagem a jornalistas e veículos que atuaram na cobertura da pandemia, destacando o papel da informação de qualidade no enfrentamento à desinformação, ainda refletida na cobertura vacinal.

    Também foi lançado o Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid e o portal do Memorial Digital da Pandemia de Covid-19 no Brasil, desenvolvido em parceria com a BIREME/OPAS/OMS e o Centro de Humanidades Digitais da Unicamp. No caso do portal, o acervo dará origem a uma exposição itinerante que passará por seis capitais, entre maio e janeiro de 2027, com início em Brasília e encerramento no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro.

    Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid

    O Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid no âmbito do SUS, elaborado em parceria com a Fiocruz, reúne orientações para identificação, diagnóstico e tratamento das sequelas persistentes da Covid-19, conhecidas como pós-Covid, e substitui normativas anteriores, consolidando uma referência única para o cuidado em todos os níveis de atenção do SUS. Baseado na melhor evidência científica disponível, o novo guia orienta o manejo clínico dessas condições e busca ampla adoção por profissionais de saúde em todo o país.

    O guia detalha ainda manifestações clínicas que podem surgir a partir de quatro semanas após a infecção, mesmo em casos leves ou assintomáticos, e abrange complicações em diferentes sistemas do organismo, como o cardiovascular, o respiratório, o neurológico e a saúde mental. Também apresenta protocolos diagnósticos, recomendações terapêuticas e fluxos assistenciais na Rede de Atenção à Saúde, com atenção a populações vulneráveis.

    A publicação responde a um cenário de alta demanda. Estimativas indicam que cerca de um quarto dos brasileiros que tiveram Covid-19 apresenta sintomas persistentes. Ao padronizar o cuidado, integrar serviços e orientar a organização da rede, o guia fortalece a resposta do SUS e contribui para reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida da população.

    Memória, ciência e resposta ao negacionismo

    Em três anos, a atual gestão do Ministério da Saúde reverteu a queda nas coberturas vacinais, ampliou o acesso à imunização e intensificou o combate à desinformação, com impacto direto na recuperação da confiança nas vacinas no país. Em 2025, o Brasil registrou aumento no número de crianças vacinadas, interrompendo a sequência de quedas observada até 2022 e alcançando o melhor resultado dos últimos nove anos.

    A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, também apresentou avanço consistente. A cobertura da primeira dose, que era de 80% em 2022, superou a meta de 95% em 2024, com dados preliminares de 2025 apontando 92%. Outras vacinas, como as que protegem contra pneumonias e meningite, também avançaram, saindo de patamares abaixo de 80% para índices superiores a 90%.

    Na vacinação contra o HPV, o Brasil alcançou cobertura cinco vezes superior à média mundial entre meninos e meninas de 9 a 14 anos. Entre as meninas, a cobertura chegou a 86% em 2025, ante menos de 80% em 2022. Entre os meninos, o índice passou de 45,6% para 74,4%, segundo dados preliminares.

    Para a Covid-19, mais de 72,3 milhões de doses foram distribuídas em todo o país desde 2023. Durante o pico da pandemia, entre 2021 e 2022, esse volume chegou a 505 milhões de doses.

    Os resultados refletem a articulação do Ministério da Saúde com estados e municípios, com repasse de R$ 450 milhões para ações de vacinação. Entre as medidas adotadas estão a retomada das mobilizações nacionais, com o retorno do Zé Gotinha e do Dia D, a ampliação da vacinação nas escolas, além de parcerias com a sociedade civil e o reforço no enfrentamento à desinformação. A digitalização da Caderneta de Vacinação, integrada ao aplicativo Meu SUS Digital, também ampliou o alcance das campanhas, com envio de alertas e lembretes às famílias.

    A ampliação da cobertura vacinal tem sido decisiva para manter o Brasil livre do sarampo, mesmo diante do avanço da doença em outros países, especialmente na América do Norte. Ao mesmo tempo, o país ampliou o acesso à imunização com a incorporação, em 2025, de novos imunizantes de alto custo, como as vacinas contra bronquiolite e meningite ACWY.

    Investimento e requalificação do espaço

    A reabertura do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) marca seu reposicionamento como espaço permanente de articulação entre saúde, cultura e memória e integra as ações do Novo PAC voltadas à recuperação e valorização do patrimônio cultural brasileiro, com investimento de cerca de R$ 15 milhões na requalificação do espaço.

    Localizado na Praça Marechal Âncora, no centro do Rio, o CCMS ocupa um edifício que atravessa diferentes momentos da história pública brasileira. Criado como pavilhão de um dos principais eventos nacionais do início do século 20, o espaço foi posteriormente utilizado em ações de vigilância sanitária e, a partir de 2001, transformado em centro cultural.

    Próximos passos

    A expectativa do Ministério da Saúde é consolidar o Memorial da Pandemia como referência nacional de memória pública e manter o tema presente no debate público nos próximos anos, em articulação com ações culturais, científicas e educativas.

    Em junho, o Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) abrigará a exposição “Vida Reinventada”, que propõe uma leitura coletiva das respostas da sociedade à pandemia de Covid-19, articulando memória, ciência, arte e justiça como eixos centrais para elaboração do trauma.

    A mostra tem curadoria da ex-ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, e projeto expográfico de André Cortez, combinando abordagem estética e conteúdo histórico para transformar luto e resiliência em experiência pública de reflexão, ampliada por atividades paralelas como seminários, mostra de filmes e ações educativas.

    Fonte: Ministério da Saúde
    Fotos: Walterson Rosa/MS

  • Inscrições para o programa Mais Médicos terminam nesta quarta-feira (08)

    Inscrições para o programa Mais Médicos terminam nesta quarta-feira (08)

    O prazo para os interessados em se inscrever para o 45º ciclo do projeto Mais Médicos para o Brasil (PMMB) termina às 23 horas e 59 minutos desta quarta-feira (8).

    O projeto coordenado pelo Ministério da Saúde é voltado à atuação na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS), em regiões prioritárias, remotas, de difícil acesso e de alto índice de vulnerabilidade, incluindo territórios indígenas, onde há escassez ou ausência de médicos

    Os profissionais interessados em participar devem se inscrever por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, com login da conta do portal Gov.br.

    Para a participação no chamamento público, é indispensável a comprovação prévia da habilitação para o exercício da medicina, com o devido registro no Conselho Regional de Medicina. Os profissionais selecionados atuarão por até 48 meses, combinando atendimento direto à população com formação continuada.

    Vagas
    Neste novo edital (nº 24/2026), o Ministério da Saúde abriu 1.524 vagas.

    São 1.351 vagas para equipes de Saúde da Família (ESF), 75 para equipes de consultório na rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

    O documento esclarece que as vagas disponíveis foram distribuídas conforme estudos de demografia médica e sobre vulnerabilidade social.

    Todos os médicos poderão participar; no entanto, os profissionais formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no Brasil terão prioridade na seleção e ocupação das vagas ofertadas pelo Mais Médicos.

    O edital contempla três perfis principais:
    perfil 1: médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado, com registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CRM);

    perfil 2: médicos brasileiros formados no exterior (intercambistas);

    perfil 3: médicos estrangeiros com habilitação para atuar no exterior.

    Os profissionais selecionados atuarão por 48 meses.

    Bolsa-formação
    O programa oferece uma bolsa-formação de R$ 14.121,63 para os médicos matriculados e com situação regular quanto às atividades educacionais previstas no projeto.

    O médico participante deverá cumprir semanalmente com a carga horária de 44 horas de atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão, com componente assistencial, nas unidades de saúde no município ou distrito em que for alocado.

    No caso de o médico comprovar a necessidade de mudança de domicílio em razão da alocação em município diferente do seu domicílio, o Ministério da Saúde poderá conceder ajuda de custo, que não poderá exceder ao valor de três bolsas-formação.

    Mais Médicos
    Lançado em 2013 para suprir a falta de profissionais em regiões remotas e fixá-los nesta áreas prioritárias, atualmente, o Programa Mais Médicos para o Brasil conta com mais de 26 mil médicos em atuação em todo o país.

    O Ministério da Saúde orienta os candidatos a acompanharem regularmente a página eletrônica do Programa Mais Médicos para se informar oficialmente de todas as etapas relacionadas à adesão ao Projeto Mais Médicos para o Brasil – PMMB.

    Fonte: Agência Brasil