Categoria: Geral

  • Ministro do TCU impõe sigilo mais restrito a processo do Master e tira acesso do BC

    Ministro do TCU impõe sigilo mais restrito a processo do Master e tira acesso do BC

    Decisão foi para evitar vazamentos de informações, especialmente aquelas identificadas como sigilosas; associações de bancos e instituições financeiras consideraram a conduta como ‘preocupante’

    O Tribunal de Contas da União (TCU) justificou nesta quarta-feira (11) que a alteração do grau de confidencialidade do processo que fiscaliza a atuação do Banco Central, no caso Master, foi necessária para evitar vazamentos de informações, especialmente aquelas identificadas como sigilosas.

    A Corte de Contas, em nota, informou que tal mudança foi solicitada pela Secretaria-Geral de Controle Externo (Segecex) e deferida pelo relator do processo, ministro Jhonatan de Jesus.

    Também foi dito que o procedimento contou com a ciência do Banco Central. “O TCU esclarece que o Banco Central terá acesso a todas as peças processuais sempre que necessário, não havendo qualquer prejuízo ao órgão jurisdicionado”, diz o comunicado. Com a decisão o Banco Central só poderá ler o documento após solicitação e autorização do ministro relator do caso no TCU, Jhonatan de Jesus.

    Esse tipo de procedimento não é inédito e já foi aplicado em outros processos no TCU, ainda de acordo com as informações da Corte de Contas. Na terça-feira (10), o presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, informou que a área técnica já concluiu a inspeção no Banco Central sobre a liquidação do Banco Master. O caso será discutido em plenário após o despacho do relator.

    Em nota coletiva, as associações de bancos e instituições financeiras consideraram a decisão como “preocupante”, mesmo que possa rever a decisão mediante solicitação de acesso por parte do Banco Central.

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • Motta encaminha PEC do fim da escala 6×1 à CCJ da Câmara dos Deputados

    Motta encaminha PEC do fim da escala 6×1 à CCJ da Câmara dos Deputados

    Proposta sobre redução da jornada de trabalho começa a tramitar na Casa após ser aprovada na comissão homônima no Senado

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1. O governo Lula ainda estudava enviar uma proposta unificando tudo que já foi discutido sobre o tema, mas Motta se antecipou ao apensar o texto proposto pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) ao de Erika Hilton (PSOL-SP)

    “Decidi colocar em pauta a discussão sobre a PEC 6×1, uma demanda antiga da classe trabalhadora que almeja a redução da jornada de trabalho, nós sabemos que essa é uma matéria que impacta diretamente a nossa economia, por isso a necessidade de ouvir todos os setores na busca da elaboração de uma proposta o mais justa possível”, disse Motta.

    “Eu não tenho dúvidas que a escala 6×1, vindo a ser discutida e diminuída essa jornada de trabalho nós vamos dar um passo. Um laço firme na dignidade do trabalhador, promovendo mais qualidade de vida e respeito a essas pessoas que movem o nosso país”, completou o presidente da Câmara. Motta também afirmou que, após a CCJ, será criada uma Comissão Especial para o debate amplo da PEC.

    Após a análise de admissibilidade na CCJ, o texto seguirá para uma Comissão Especial, onde será debatido, antes de ser levado ao Plenário da Câmara dos Deputados.

    6×1 vira prioridade de Lula

    A discussão sobre o fim da escala 6×1 se tornou uma das prioridades de Lula para 2026, ano eleitoral. A reportagem apurou que parte da base do governo está pessimista quanto ao avanço da matéria ainda em 2026 por conta da complexidade do tema. Outros, no entanto, acreditam que o apelo popular vai obrigar o Congresso a discutir o assunto e que uma votação ainda neste ano é possível.

    A pauta, ainda que extremamente popular, esbarra em questões econômicas: um possível fim da escala 6×1 poderia resultar no fechamento de postos de trabalho e no desaquecimento do comércio, alertaram especialistas da área econômica ligados ao governo. A alta empregabilidade e o poder de compra são duas das principais bandeiras do governo para exaltar a atual gestão.

    O assunto também é rejeitado pelo empresariado, que ainda não entrou em campo para argumentar contra a mudança por considerar que o debate é incipiente e causaria desgaste.

    A insistência no assunto também faz parte de uma estratégia para ganhar mais popularidade e diminuir a alta rejeição que impede Lula de abrir vantagem nas pesquisas. Em ano eleitoral e com pouco tempo para debate, o petista poderia ter o melhor de dois mundos: se colocar como principal defensor de uma pauta popular, mas não enfrentar as dificuldades para a aprovação da matéria até o fim das eleições. Com isso, a base do governo espera uma diminuição da rejeição e um caminho mais tranquilo para a reeleição.

    A última pesquisa Atlas/Intel, divulgada nesta quarta-feira (21), exemplifica bem o cenário que preocupa o PT: nas disputas de 1º turno, o atual presidente marca de 48% a 49% das intenções de voto em todos os cenários. Nas pesquisas de 2º turno, Lula estaciona nos 49%, ainda à frente de todos os potenciais adversários, mas escancarando a dificuldade que o petista tem de convencer eleitores de outros candidatos ou indecisos.

    O levantamento também questionou os eleitores sobre quais candidatos eles “não votariam de jeito nenhum”. Lula foi o segundo mais rejeitado, com 49,7%. Ele só ficou atrás do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, apesar de inelegível, foi rejeitado por 50% dos entrevistados.

    Os números acenderam um alerta em líderes governistas. Lula não tem conseguido transformar as recentes agendas positivas na economia – como desemprego recorde, inflação dentro da meta e aprovação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000, além do protagonismo internacional com a queda do “tarifaço” de Trump – em intenções de voto.positivas na economia – como desemprego recorde, inflação dentro da meta e aprovação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000, além do protagonismo internacional com a queda do “tarifaço” de Trump – em intenções de voto.

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • Deputado pede federalização do caso que investiga a morte do cão Orelha

    Deputado pede federalização do caso que investiga a morte do cão Orelha

    Célio Studart cita existência de grupos digitais que se organizam para torturar e matar animais de rua

    O presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, deputado Célio Studart (PSD-CE), pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta segunda-feira que federalize a investigação envolvendo a morte do cachorro Orelha, em Florianópolis (SC), no último mês. O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil de Santa Catarina.

    Para fundamentar a decisão, obtida pelo SBT News, Studart citou a existência de grupos digitais com alcance nacional que se organizam em desafios online para torturar e matar animais de rua, como na plataforma Discord.

    Para o deputado, esse indício, materializado na morte de Orelha e de outros cães comunitários recentemente, é um sintoma da “escalada de violência coordenada contra animais domésticos em diversas regiões do país”

    “A sistemática dos ataques, que envolvem tortura extrema e posterior exibição em plataformas virtuais, demonstra a possível existência de uma associação criminosa com modus operandi padronizado, visando a disseminação de conteúdo ilícito e a incitação ao crime de maus-tratos em escala nacional,” diz o deputado no pedido.

    Studart pede à PGR que autorize a quebra do sigilo das comunicações eletrônicas para identificar administradores e participantes desses grupos. Também solicita a cooperação entre ministérios públicos estaduais no compartilhamento de informações sobre tortura animal.

    Caso Orelha

    O cão apelidado de Orelha viveu por cerca de 10 anos nos arredores da Praia Brava, em Florianópolis, e era cuidado de forma comunitária. Moradores do bairro se organizavam para alimentá-lo, trocar cobertores e acompanhar a rotina do animal.

    No início de janeiro, após ficar dois dias desaparecido, Orelha foi encontrado em estado grave. O animal foi resgatado e encaminhado para atendimento veterinário, mas, diante da gravidade das lesões e do intenso sofrimento, foi submetido à eutanásia.

    A investigação da Polícia Civil de SC tem como principais suspeitos um grupo de três adolescentes que teria espancado o cachorro e o largado no local. Porém, não encontrou até o momento indícios de que o episódio esteja associado a algum desafio digital.

    No domingo (1°), atos em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília protestaram contra a violência animal e pediram justiça pela morte de Orelha.

    FONTE: SBT NEWS

  • Ministro do STJ é alvo de nova acusação de assédio sexual

    Ministro do STJ é alvo de nova acusação de assédio sexual

    CNJ colheu nesta segunda (9) o depoimento de outra vítima que alega ter sido importunada por Buzzi

    O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), passou a ser alvo de uma nova denúncia na sindicância aberta para investigá-lo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por acusações de assédio sexual.

    Na última semana, Buzzi havia sido acusado de importunar sexualmente uma jovem de 18 anos no início do ano em uma praia no litoral de Santa Catarina.

    Nesta segunda-feira (9), houve um novo depoimento de outra mulher que também alega ter sido assediada pelo ministro. O CNJ informou que colheu o depoimento de “possível vítima de fatos análogos àqueles que são objeto de procedimento em curso, tendo sido aberta nova reclamação disciplinar para apuração destes novos fatos”.

    Toda a investigação tramita em sigilo, e a identidade de ambas as vítimas não foi revelada.

    O SBT News procurou a defesa de Buzzi, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.

    O CASO

    A jovem de 18 anos que acusou o ministro Marco Buzzi de assédio sexual prestou depoimento ao CNJ na quinta-feira. O SBT News teve acesso ao boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil de São Paulo, que traz o relato da garota.

    Segundo o documento, a família mantinha uma relação próxima com o ministro, a quem ela dizia considerar como um “avô de consideração”.

    O caso teria acontecido quando a família viajou no início de janeiro para a praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú (SC), para passar um período de descanso na casa de veraneio do magistrado.

    Em 9 de janeiro, por volta das 11h30, a mãe da jovem ficou na casa ajudando a esposa do ministro, enquanto o pai participava de uma reunião por videoconferência. Nesse contexto, a jovem foi à praia sozinha com o magistrado.

    Ela relata que estava sentada em uma cadeira de praia, usando biquíni, quando o ministro a convidou para entrar no mar. Buzzi teria sugerido que eles se afastassem cerca de 400 metros do local em frente ao condomínio, sob a justificativa de que o mar estaria mais calmo naquele ponto.

    A importunação sexual, conforme registrado no boletim de ocorrência, teria ocorrido dentro da água. Segundo a jovem, o ministro teria dito estar com frio, apontado para um casal que se abraçava à distância e sugerido que fizessem o mesmo. O documento descreve o seguinte trecho:

    “[O ministro] Marco [Buzzi] puxou a declarante pelo braço e a virou de costas para si. Pressionou o quadril e as nádegas da declarante e afirmou que a achava muito bonita.”

    Após o episódio, a jovem afirma que voltou para a casa e contou o ocorrido aos pais, que decidiram retornar imediatamente a São Paulo.

    FONTE: SBT NEWS

  • PF recomenda que Bolsonaro tenha avaliação médica multiprofissional regular

    PF recomenda que Bolsonaro tenha avaliação médica multiprofissional regular

    A PF (Polícia Federal) afirmou, em laudo médico enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) precisa de avaliação e seguimento multiprofissional regulares na prisão.

    O foco atual seria descobrir causas para as alterações neurológicas apontadas nos exames. A PF chegou a numerar hipóteses para o problema, como alimentação baixa em vitaminas e interações medicamentosas, mas recomendou uma investigação complementar que identifique as razões das alterações com precisão.

    Até que isso ocorra, a os peritos propuseram a instalação de grades de apoio em corredores e boxes de banho do alojamento; a instalação de campainhas de pânico ou outros dispositivos de monitoramento em tempo real, além de acompanhamento contínuo nas áreas comuns.

    O laudo também reforça a necessidade de uma avaliação nutricional e prescrição de dieta específica para as comorbidades que o ex-presidente possui. Além disso, recomenda atividade aeróbica regular e tratamento fisioterápico contínuo, com ênfase em força muscular e equilíbrio postural.

    FONTE: CNN BRASIL

  • Relatório aponta que Bolsonaro não realizou leitura nem trabalho para reduzir pena

    Relatório aponta que Bolsonaro não realizou leitura nem trabalho para reduzir pena

    Documento enviado ao STF detalha rotina do ex-presidente na prisão, com atendimentos médicos frequentes, caminhadas e visitas

    Um relatório encaminhado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) nesta sexta-feira (30) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta que Jair Bolsonaro (PL) não realizou atividades de leitura com fins de remição de pena nem exerceu trabalho interno. Isso ocorreu apesar de o ex-presidente ter solicitado participação no programa de remição por leitura.

    O documento reúne registros diários da rotina de Bolsonaro na Papudinha entre 15 e 27 de janeiro de 2026. Ele está preso desde 15 de janeiro e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

    O relatório foi elaborado em cumprimento a determinação de Moraes e apresenta, de forma cronológica, informações sobre atendimentos médicos, atividades físicas, visitas, assistência religiosa e demais procedimentos acompanhados pela Polícia Militar na unidade prisional.

    Segundo o documento, Bolsonaro recebeu atendimentos médicos praticamente todos os dias, realizados por profissionais da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e por médicos particulares.

    A PMDF informou que as consultas consistiram, em sua maioria, em avaliações clínicas de rotina, com monitoramento de sinais vitais e acompanhamento preventivo do estado geral de saúde do ex-mandatário.

    Também foram registradas sessões de fisioterapia em diversos dias, além de atividades físicas supervisionadas, principalmente caminhadas em horários determinados. Em algumas datas, o ex-presidente chegou a realizar mais de um período de caminhada. Em outras, não houve registro de atividade física.

    A rotina descrita inclui ainda atendimentos frequentes de advogados, com duração que variou de poucos minutos a mais de duas horas.

    O relatório também registra visitas familiares, entre elas encontros com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e com o vereador Carlos Bolsonaro (PL), sempre em datas e horários previamente definidos.

    Houve ainda registro de assistência religiosa, com a presença do pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni em dois dias.

    FONTE: SBT NEWS

  • Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil

    Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil

    Polícia fez operação durante a chegada dos jovens ao país

    Dois dos quatro adolescentes que espancaram o cachorro comunitário Orelha voltaram ao país na noite desta quinta-feira (30). Eles estavam passeando na Disney. A Polícia Civil de Santa Catarina fez uma operação no aeroporto durante a chegada deles, cumprindo mandado de busca e apreensão de celulares dos dois jovens. Eles são investigados por crime de maus-tratos.

    Os rapazes foram intimados a prestar depoimento às autoridades e seus celulares foram encaminhados à Polícia Científica, que fará a análise e extração de dados. Outros dispositivos eletrônicos dos jovens já foram apreendidos em outra operação.

    A polícia também pediu a emissão do laudo de corpo de delito do Orelha.

    Brutalidade

    O cachorro comunitário Orelha, de cerca de 10 anos de idade, foi brutalmente espancado na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, no dia 4 de janeiro, por quatro adolescentes. No dia 5, foi submetido à eutanásia por um veterinário devido à gravidade dos ferimentos. O caso chocou o país.

    Pais de dois deles e um tio, segundo a polícia, coagiram testemunhas e atrapalharam as investigações. Os três foram indiciados. As investigações continuam.

    Num outro caso de violência contra animais, o cachorrinho Abacate foi morto na cidade de Toledo, no Paraná, com um tiro de arma de fogo na terça-feira (27).

    A polícia investiga quem foi o autor do disparo.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Após morte de cão em SC, cachorro comunitário é morto a tiros no Paraná

    Após morte de cão em SC, cachorro comunitário é morto a tiros no Paraná

    A morte de Abacate ocorre na mesma semana em que o caso do cão comunitário Orelha ganhou repercussão

    Um cachorro comunitário morreu na terça-feira, 27, após ser baleado em Toledo, no oeste do Paraná. A coordenadora de Proteção e Defesa Animal do município, Cinthia Moura, afirmou em publicação no Instagram que Abacate era cuidado por moradores do bairro Tocantins.

    Segundo ela, pessoas da comunidade encontraram o cão ferido na manhã de terça-feira e o levaram a um hospital veterinário particular, onde ele passou por uma cirurgia de emergência. A bala perfurou o intestino de Abacate, que não resistiu aos ferimentos e morreu.

    Cinthia disse que a Coordenação de Proteção e Defesa Animal de Toledo foi acionada pela médica veterinária responsável pelo atendimento. De acordo com a coordenadora, o caso foi encaminhado à Polícia Civil do Paraná.

    Procurada, a Polícia Civil do Paraná não retornou às tentativas de contato da reportagem. O espaço segue aberto. Até o momento, não há informações sobre o atirador.

    Morador do bairro Tocantins, Leandro Volanick compartilhou fotos de Abacate nas redes sociais. “Mais um anjinho no céu. Você venceu, campeão, já quem fez isso contigo não tem perdão”, escreveu.

    Segundo Volanick, a comunidade organizou uma manifestação para às 10h do próximo sábado, 31, no Parque do Povo de Toledo, para pedir justiça. “Ele não pode ser esquecido”, disse.

    Cão Orelha

    A morte de Abacate ocorre na mesma semana em que o caso do cão comunitário Orelha ganhou repercussão. O animal foi agredido por um grupo de adolescentes no início do mês, em Florianópolis, em Santa Catarina.

    Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Orelha sofreu agressões na região da cabeça e precisou ser submetido à eutanásia durante atendimento veterinário que buscava reverter seu quadro clínico, devido à gravidade das lesões.

    A Polícia Civil de Santa Catarina identificou ao menos quatro adolescentes suspeitos de agredir o animal de forma violenta, com a intenção de causar sua morte. Na segunda-feira, 26, a corporação cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos, mas ninguém foi detido. Celulares e notebooks foram apreendidos.

    FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO –  AGÊNCIA ESTADO

  • Enchentes recorrentes no verão reacendem alerta para leptospirose

    Enchentes recorrentes no verão reacendem alerta para leptospirose

    Especialistas dizem sobre a importância do diagnóstico nas primeiras 48 horas

    As chuvas intensas registradas neste verão em diversas regiões do Brasil, especialmente no Sudeste, têm provocado enchentes e alagamentos. Em São Paulo, 13 mortes já foram registradas desde o início da estação em decorrência dos temporais.

    Com o aumento dos episódios de alagamento, cresce também o risco de leptospirose, uma doença infecciosa associada ao contato com água contaminada. Especialistas apontam que o atraso no diagnóstico é um dos principais fatores relacionados à gravidade dos casos.

    A leptospirose é transmitida pela exposição à água ou à lama contaminadas pela urina de roedores, situação que é comum após enchentes. Nos estágios iniciais, os sintomas costumam ser inespecíficos, como febre, dor de cabeça e mal-estar, o que dificulta a identificação precoce da doença.

    Segundo a infectologista Andrea Almeida, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) de São Paulo, há um sinal clínico que pode ajudar na suspeita: “Em 90% dos casos, a doença desencadeia sintomas genéricos, como febre e dores de cabeça. Mas o que se deve observar é se há ou não forte dores musculares, marcadamente nas panturrilhas”, afirma.

    De acordo com a especialista, quando esse sintoma aparece junto de histórico recente de contato com água de enchente, a pessoa deve procurar ajuda médica o quanto antes: “Em um cenário onde dengue e gripe circulam simultaneamente, o histórico de exposição à água de chuva ou lama, somado a essa dor específica na ‘batata da perna’, deve levar o paciente imediatamente à investigação laboratorial”, orienta.

    Na prática, muitos casos só são identificados quando a doença já está em estágio avançado. A presença de icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e dos olhos, é um indicativo de que órgãos como rins, fígado e pulmões já estão comprometidos, o que eleva significativamente o risco de complicações.

    ““As primeiras 48 horas de sintomas são decisivas para impedir que a bactéria comprometa órgãos vitais como rins e pulmões. O tratamento eficaz exige antibióticos específicos que só devem ser administrados sob orientação médica, além de necessidade de terapia dialítica. O uso de anti-inflamatórios por conta própria, por exemplo, pode agravar o quadro”, finaliza a Dra. Andrea.

    FONTE: SBT NEWS

  • Fim da prova de baliza no exame prático de direção é anunciado em São Paulo e mais três estados

    Fim da prova de baliza no exame prático de direção é anunciado em São Paulo e mais três estados

    Candidatos de São Paulo também poderão realizar o teste em veículos com câmbio automático

    O Detran anunciou nesta segunda-feira (26) o fim definitivo da prova de baliza no exame prático de direção veicular em São Paulo. A medida, que acompanha resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), também será adotada nos estados de Amazonas, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

    Outra mudança divulgada pelo órgão de São Paulo é a possibilidade de realização do teste em veículos com câmbio automático.

    Sobre a retirada da prova de baliza, o Detran-SP afirma que o “exame passa a concentrar a avaliação na etapa de circulação”.

    Segundo o órgão paulista , o trajeto do exame prático permanece conforme o modelo atualmente praticado. A avaliação continua contemplando, entre outros aspectos, as conversões à direita e à esquerda, o uso correto da seta, a realização do procedimento de “parada” em local permitido, além da condução segura e responsável nas demais condições normais de trânsito.

    Em relação à utilização de carros automáticos, o Detran informou que “a medida reconhece a crescente presença desse tipo de veículo na frota brasileira e amplia as possibilidades para os candidatos, respeitando os critérios técnicos já adotados nos exames”.

    FONTE: SBT NEWS