Categoria: Destaque

  • Prazo para contestar descontos indevidos do INSS termina em 14 de fevereiro

    Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, presidente Gilberto Waller orienta sobre ressarcimento e detalha reajuste do piso para R$ 1.621,00 e novas regras de aposentadoria para 2026

    Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até o dia 14 de fevereiro para contestar descontos associativos indevidos em seus benefícios. O alerta foi reforçado pelo presidente do órgão, Gilberto Waller, em entrevista ao programa A Voz do Brasil nesta segunda-feira (5).

    Segundo Waller, os segurados que não reconhecerem os descontos devem utilizar os canais oficiais para solicitar a exclusão e aderir ao acordo de ressarcimento. O procedimento pode ser realizado pelo Meu INSS (site ou aplicativo) e presencialmente nas agências dos Correios. O pedido inicial também pode ser feito pela Central 135.

    Devolução bilionária

    Os dados apresentados pelo presidente apontam que 6,2 milhões de beneficiários já questionaram cobranças indevidas. Desse total, 4,1 milhões já receberam o dinheiro de volta, corrigido, diretamente na conta do benefício. “Isso corresponde a R$ 2,8 bilhões devolvidos aos aposentados e pensionistas que foram vítimas dessa fraude”, destacou Waller.

    Reajuste do piso e calendário

    O presidente confirmou que o piso dos benefícios previdenciários e assistenciais será reajustado para R$ 30 bilhões na economia. O pagamento com o novo valor começa entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro.

    Para quem recebe acima do salário mínimo, o reajuste seguirá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que será divulgado em 9 de janeiro.

    Regras de aposentadoria para 2026

    Waller também detalhou as mudanças nas regras de transição da Reforma da Previdência para este ano:

    Idade mínima progressiva: Mulheres precisam ter 59 anos e 6 meses de idade e 30 anos de contribuição. Homens precisam de 64 anos e 6 meses de idade e 35 de contribuição;

    Regra dos pontos: A soma da idade com o tempo de contribuição deve atingir 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens;

    Para verificar a situação individual, o presidente recomendou o uso da ferramenta “Simular Aposentadoria”, disponível no aplicativo Meu INSS.

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • Reino Unido e França anunciam bases militares na Ucrânia em caso de acordo de paz

    Reino Unido e França anunciam bases militares na Ucrânia em caso de acordo de paz

    Plano foi apresentado após reunião da Coalizão dos Dispostos, em Paris, e prevê envio de tropas com apoio dos EUA

    O Reino Unido e a França anunciaram nesta terça-feira (6) que pretendem estabelecer bases militares na Ucrânia caso seja firmado um acordo de paz com a Rússia. A informação foi confirmada em coletiva de imprensa após reunião da chamada Coalizão dos Dispostos, realizada em Paris.

    Segundo o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, foi assinada uma declaração de intenções sobre o envio de tropas para o território ucraniano “caso haja um acordo de paz”. “Estamos mais perto desse objetivo do que nunca”, afirmou. “Os passos mais difíceis ainda estão por vir.”

    Starmer disse ainda que a reunião foi “muito construtiva” e destacou que a Coalizão dos Dispostos busca alcançar uma paz duradoura em coordenação com os Estados Unidos. “O objetivo é garantir a segurança da Ucrânia a longo prazo”, declarou.

    Segundo o premiê britânico, o plano inclui três eixos principais: o apoio continuado ao fornecimento de armamentos para a defesa ucraniana; a adoção de compromissos vinculativos de assistência em caso de um futuro ataque armado por parte da Rússia; e a manutenção da pressão sobre Moscou, incluindo novas medidas contra comerciantes de petróleo e operadores de frotas paralelas que, segundo ele, financiam o esforço de guerra do presidente russo, Vladimir Putin.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que houve “progressos consideráveis” nas discussões. Segundo ele, a declaração da coalizão reconhece, pela primeira vez, a convergência operacional entre os 35 países que compõem o grupo, a Ucrânia e os Estados Unidos. “Estamos falando de garantias de segurança robustas”, disse.

    Já o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou o acordo como “muito concreto”. O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que o presidente Donald Trump deseja o fim do conflito.

    Segundo Witkoff, as negociações também avançam para um acordo de reconstrução e prosperidade no pós-guerra. “Estamos muito perto de concluir um acordo tão robusto quanto qualquer outro visto após conflitos como este. Estamos determinados a fazer tudo o que for possível para alcançar essa paz”, afirmou.

    FONTE: SBT NEWS

  • Venezuela cria órgão para proteger setores estratégicos, afirma Delcy Rodríguez

    Venezuela cria órgão para proteger setores estratégicos, afirma Delcy Rodríguez

    Presidente interina lança unidade nacional para todos os setores produtivos do país

    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta terça-feira (6) a ativação de um Alto Comando Agroalimentar, Industrial e Comunitário para proteger o aparato produtivo do país após o ataque e a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

    Delcy enfatizou a resistência ativa e o crescimento espiritual da Venezuela diante das ameaças e agressões externas.

    A presidente declarou que seu destino foi decidido somente por Deus em resposta às ameaças, convocando os venezuelanos a trabalharem para cumprir seu dever para com a nação por meio da unidade nacional em todos os setores produtivos.

    O órgão estratégico tem como objetivo permitir a coordenação direta entre os setores produtivos e o Executivo Nacional, a fim de garantir que o fluxo de bens essenciais e a produção industrial permaneçam ininterruptos.

    FONTE: SBT NEWS COM REUTERS

  • María Corina Machado promete voltar à Venezuela e quer eleições

    María Corina Machado promete voltar à Venezuela e quer eleições

    Principal líder da oposição da Venezuela também elogiou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por derrubar Nicolás Maduro

    A principal líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, prometeu voltar para casa rapidamente, elogiando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por derrubar seu inimigo Nicolás Maduro e declarando que seu movimento está pronto para vencer uma eleição livre.

    “Estou planejando voltar para a Venezuela o mais rápido possível”, disse Machado, 58 anos, advogada e mãe de três filhos que fugiu da Venezuela disfarçada em outubro para receber o Prêmio Nobel da Paz, que ela dedicou a Trump.

    “Acreditamos que essa transição deve seguir em frente”, disse ela à Fox News em uma entrevista no final da segunda-feira. “Ganhamos uma eleição (em 2024) com uma vitória esmagadora em condições fraudulentas. Em eleições livres e justas, ganharemos mais de 90% dos votos.”

    Machado disse que não fala com Trump desde 10 de outubro, quando o prêmio Nobel foi anunciado. O presidente norte-americano disse que os Estados Unidos precisam ajudar a resolver os problemas da Venezuela antes de qualquer nova eleição, considerando irrealista o prazo de 30 dias para uma votação.

    “Temos que consertar o país primeiro. Não se pode fazer uma eleição. Não há como as pessoas sequer votarem”, disse Trump à NBC.

    Controle da Venezuela

    Na entrevista, a primeira desde que Maduro foi capturado pelos EUA no fim de semana, Machado não deu sua localização nem mais detalhes sobre os planos de repatriação para a Venezuela, onde é procurada para ser presa e os partidários do Partido Socialista continuam no poder.

    Para a decepção dos ativistas da oposição e da grande diáspora — um em cada cinco venezuelanos deixou o país durante a implosão econômica sob o comando de Maduro e de seu antecessor Hugo Chávez — Trump deu poucas indicações de apoio a Machado.

    Alguns observadores internacionais e muitos aliados dos EUA dizem que a oposição teve sua vitória na eleição presidencial de 2024, a qual Machado foi impedida de disputar, roubada quando um aliado dela saiu candidato. Trump disse, no entanto, que Machado não tem apoio na Venezuela.

    Até o momento, o governo dos EUA parece estar esperando trabalhar com a presidente interina Delcy Rodríguez, uma aliada ferrenha de Maduro que denunciou seu “sequestro” e, ao mesmo tempo, pediu cooperação e relações respeitosas com Washington.

    “Delcy Rodríguez, como vocês sabem, é uma das principais arquitetas da tortura, perseguição, corrupção e narcotráfico”, disse Machado. “Ela é uma das principais aliadas e articuladoras da Rússia, China e Irã, certamente não é uma pessoa em quem os investidores internacionais possam confiar e é realmente rejeitada pelo povo venezuelano.”

    Elogios e agradecimentos a Trump

    Machado, que galvanizou uma oposição frequentemente fraturada e desmoralizada nos últimos anos, elogiou Trump de forma efusiva, dizendo que lhe daria o prêmio Nobel pessoalmente.

    “Ele provou ao mundo o que significa. O dia 3 de janeiro entrará para a história como o dia em que a justiça derrotou uma tirania”, disse ela sobre o ataque de sábado à Venezuela.

    “Quero dizer hoje, em nome do povo venezuelano, o quanto somos gratos por sua visão corajosa, pelas ações históricas que ele tomou contra esse regime narcoterrorista… É um grande passo em direção a uma transição democrática.”

    Com as maiores reservas de petróleo do mundo e os EUA como seu principal aliado, a Venezuela se tornaria o centro energético das Américas, restauraria o Estado de Direito, abriria os mercados, traria os exilados de volta para casa e daria segurança aos investimentos estrangeiros, prometeu Machado.

    Por enquanto, no entanto, Trump foi informado pela CIA que Rodríguez e outros altos funcionários do governo de Maduro são a melhor aposta para manter a estabilidade, disseram as fontes.

    Eles ordenaram a prisão de qualquer pessoa que tenha colaborado com a captura de Maduro e, em um sinal da atmosfera nervosa na Venezuela, 14 profissionais da mídia foram brevemente detidos cobrindo eventos em Caracas na segunda-feira.

    Imagens verificadas pela Reuters mostraram tiros no céu noturno de Caracas, que, segundo uma autoridade venezuelana, foram disparados pela polícia para deter drones não autorizados.

    “Não houve confronto, o país inteiro permanece completamente calmo”, disse o vice-ministro das Comunicações Simon Arrechider a repórteres em uma mensagem.

    FONTE: REUTERS

  • Ministro Lewandowski diz a aliados que pretende deixar Ministério da Justiça até sexta-feira (9)

    Ministro Lewandowski diz a aliados que pretende deixar Ministério da Justiça até sexta-feira (9)

    Lula tenta adiar demissão até encontrar substituto para a pasta, mas fontes do Palácio do Planalto dizem que saída do ministro é iminente

    O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, avisou a aliados que pretende deixar o cargo até sexta-feira (9), segundo apurou o SBT News. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta adiar a demissão até encontrar um substituto para o comando da pasta, mas fontes do Palácio do Planalto dizem que a saída é iminente.

    Lewandowski quer se reunir com Lula nesta semana. O encontro deve ocorrer após o retorno do presidente do recesso na Restinga da Marambaia, previsto para esta terça (6). Nos bastidores do MJSP, a avaliação é de que a decisão está consolidada e dificilmente será revertida. Servidores da pasta afirmam que, nos corredores, já corre a informação de que as gavetas do gabinete do ministro já teriam sido esvaziadas.

    Diferentemente de outros ministros que deixarão a Esplanada neste começo de ano para disputar eleições, Lewandowski não vai concorrer a nenhum cargo público. A decisão de sair do governo é pessoal e por cansaço, após uma série de desgastes internos. Parte dos secretários da pasta pode seguir o mesmo caminho.

    Interlocutores do ministro dizem que ficou evidente um possível esvaziamento da pasta depois de Lula ter dito, em dezembro, que pode recriar o Ministério da Segurança Pública. Hoje, a área fica sob o guarda-chuva da Justiça.

    A saída de Lewandowski, se concretizada, ocorrerá antes de ele ver aprovada no Congresso a PEC da Segurança Pública, sua maior bandeira no governo. Após impasses nas últimas semanas de 2025, a votação da proposta na Câmara foi adiada para este ano.

    Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Lewandowski assumiu o Ministério da Justiça no início de 2024, após Flávio Dino, que antes comandava a pasta, ser indicado por Lula para uma vaga na Corte.

    Ao longo de sua permanência no governo, o ministro da Justiça travou embates com a Casa Civil pelo aval para apresentar a PEC da Segurança Pública. Após ficar meses parada, a proposta foi enviada ao Congresso no ano passado.

    Depois da megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que deixou 122 mortos e colocou a segurança no centro do debate do País, aliados de Lula disseram que Lewandowski não tinha perfil de “xerife” para encampar uma resposta à ofensiva do governador Cláudio Castro (RJ).

    Ao falar em recriar o Ministério da Segurança Pública, com o consequente esvaziamento da pasta da Justiça, Lula mirou a eleição. Está claro para o governo e para o PT que o tema, encampado há muito tempo pela direita, será central para a tentativa de reeleição do petista.

    FONTE: SBT NEWS

  • Ataque dos EUA a parceiro da Otan seria “fim de tudo”, alerta Dinamarca

    Ataque dos EUA a parceiro da Otan seria “fim de tudo”, alerta Dinamarca

    Primeira-ministra dinamarquesa reage a declarações de Trump sobre Groenlândia, após ação militar americana na Venezuela.

    primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, afirmou nesta segunda-feira (5) que, caso os Estados Unidos ataquem outro país da Otan, seria o “fim de tudo”. A declaração ocorre após o ataque estadunidense à Venezuela, no último sábado (3), que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo.

    A preocupação se concentra na Groenlândia, região semiautônoma da Dinamarca, que também integra a Otan. Donald Trump, que criticou a capacidade dinamarquesa de garantir a segurança do território, não descartou a possibilidade de uma intervenção armada na maior ilha do mundo, embora tenha afirmado que não é prioridade imediata e que tratará do assunto em cerca de dois meses.

    “Falemos da Groenlândia dentro de 20 dias”, disse Trump a jornalistas. Ele também nomeou recentemente Jeff Landry como representante especial para a Groenlândia, reforçando o interesse americano pelo território.

    A primeira-ministra Frederiksen destacou que os EUA não têm direito de anexar nenhuma das três nações do Reino da Dinamarca e que a Groenlândia já manifestou repetidamente que não quer se tornar parte dos Estados Unidos.

    O governo groenlandês também reagiu. O primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen classificou a pretensão americana como uma “fantasia” e defendeu que o diálogo sobre o futuro da ilha seja conduzido “pelos canais adequados e de acordo com o direito internacional”.

    União Europeia reiterou apoio à Dinamarca, enfatizando que a Groenlândia não é “um pedaço de terra à venda”. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, declarou que o futuro do território deve ser decidido pela Groenlândia e pelo Reino da Dinamarca, sem interferência externa.

    O episódio aumenta a tensão diplomática entre os EUA e aliados da Otan, após a ação militar em Caracas, e reforça a preocupação com a estabilidade do Ártico e do Atlântico Norte diante de declarações de líderes americanos.

    FONTE: RTP

  • Governo cria sistema nacional de informações e protocolo para reconhecer pessoas em procedimentos criminais

    Governo cria sistema nacional de informações e protocolo para reconhecer pessoas em procedimentos criminais

    Portarias assinadas pelo ministro da Justiça, Lewandowski, preveem padronização de dados de indiciamentos, denúncias, condenações e uso de provas

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nessa segunda-feira (5) duas portarias que preveem padronização de dados de indiciamentos, denúncias, condenações e uso de provas em procedimentos criminais. Uma institui o Sistema Nacional de Informações Criminais (Sinic) e outra estabelece o Protocolo Nacional de Reconhecimento de Pessoas em Procedimentos Criminais no âmbito da Polícia Judiciária.

    Segundo o governo federal, o Sinic “reunirá, organizará e disponibilizará, de forma padronizada, informações criminais”. “O sistema dará apoio à persecução penal, auxiliará a atuação do Judiciário e servirá de base para a formulação de políticas públicas de segurança”, explicou o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

    A portaria determina que o Sinic incorpore, “de forma integrada e em uma única base nacional”, registros de:

    • Pessoas condenadas por integrar organizações ou facções criminosas;
    • Pessoas condenadas por violência sexual contra crianças e adolescentes;
    • Pessoas condenadas por crime de estupro;
    • Pessoas condenadas por crimes de racismo;
    • Pessoas com restrições de acesso a arenas esportivas por comprometimento da paz no esporte.

    De acordo com o governo, o Sinic “passa a ser a fonte única para a emissão da Certidão Nacional Criminal e da Folha de Antecedentes Criminais, que, progressivamente, substituirá certidões e folhas emitidas por tribunais, polícias civis e institutos de identificação das Unidades da Federação”.

    Já o protocolo de reconhecimento, em que uma vítima ou testemunha de um crime indica possível autor da infração, deve “padronizar os procedimentos técnicos e operacionais de reconhecimento de pessoas, de acordo com a legislação e a jurisprudência dos tribunais superiores”.

    “A medida busca maior confiabilidade, segurança jurídica e respeito aos direitos fundamentais no uso do reconhecimento de pessoas como meio de prova”, detalhou o governo.

    Esse protocolo será aplicado às polícias Civis e Federal e à Força Nacional de Segurança Pública, “quando atuam na função ou no auxílio às ações de polícia judiciária”. “A adesão voluntária e integral ao Protocolo será considerada um critério técnico para a priorização do repasse de recursos federais do Fundo Nacional de Segurança Pública, destinados a ações de polícia judiciária relacionadas ao reconhecimento de pessoas”, afirmou texto da portaria.

    Na avaliação do governo, medida tem objetivo de “reduzir o risco de condenações injustas, por meio de técnicas baseadas em evidências científicas e observância do devido processo legal”. O que protocolo também prevê:

    • “Fortalecimento da cadeia de custódia da prova, assegurando maior segurança da informação, transparência e controle do procedimento”;
    • “Prevenção de práticas discriminatórias, combatendo a seletividade penal e os vieses estruturais na persecução penal”;
    • “Aprimoramento da atividade investigativa e probatória, promovendo segurança jurídica e eficiência na resposta estatal aos crimes.”

    Publicação de medidas via portarias ocorre enquanto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aguarda avanço de dois projetos do Executivo em 2026. O chamado PL Antifacção, que endurece combate ao crime organizado, passou por mudanças no Senado e terá de voltar à Câmara para nova avaliação de deputados.

    Já a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que mira mudanças estruturais na integração de forças e no investimento em ações, precisa ser votada em comissão especial da Câmara antes de seguir para o plenário da Casa.

    FONTE: SBT NEWS

  • Bolsonaro bate a cabeça em móvel na cela da PF e sofre traumatismo craniano leve

    Bolsonaro bate a cabeça em móvel na cela da PF e sofre traumatismo craniano leve

    Ex-primeira-dama Michelle relatou ‘crise’ durante a madrugada e alegou demora no socorro; diagnóstico foi confirmado pelo cirurgião Carlos Birolini

    O ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve após cair dentro de sua cela na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, na madrugada desta terça-feira (6). A confirmação do diagnóstico foi feita pelo cirurgião do ex-presidente, Dr. Carlos Birolini.

    O incidente veio a público inicialmente por meio de uma publicação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em suas redes sociais. Segundo o relato, Bolsonaro teria sofrido uma “crise” enquanto dormia, o que provocou a queda e o choque da cabeça contra um móvel. “Meu amor não está bem”, escreveu Michelle, que também criticou a demora no atendimento, alegando que o socorro só foi prestado no horário de abertura da cela para a visita.

    A informação sobre o estado de saúde e o incidente foi apurada e confirmada pela jornalista Rany Veloso, da Jovem Pan. De acordo com o Dr. Carlos Birolini, que acompanha o quadro clínico do ex-mandatário, o impacto resultou em um traumatismo craniano leve. O médico detalhou que, apesar do susto, o ex-presidente está consciente, mas inspira cuidados e observação devido ao histórico recente de saúde e ao ambiente de custódia.

    Michelle informou estar na sede da PF acompanhada da equipe médica e aguardava, no momento da postagem, contato com o delegado responsável para esclarecer os protocolos de primeiros socorros adotados pela carceragem.

    Veja mensagem da Michelle:

    Meu amor não está bem.Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel.Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para a minha visita.Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros. Só Deus.

    Bolsonaro cai e bate a cabeça em imóvel na cela da PF, afirma Michelle

    Publicação de Michelle relatando queda de Bolsonaro

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • ELEIÇÕES 2026: Registro de pesquisas eleitorais já está em vigor desde 1º de janeiro

    ELEIÇÕES 2026: Registro de pesquisas eleitorais já está em vigor desde 1º de janeiro

    Cadastro dos levantamentos na Justiça Eleitoral deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação

    Desde a última quinta-feira (1º de janeiro), todas as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às Eleições Gerais de 2026, ou eventuais candidatas e candidatos devem registrar o levantamento junto à Justiça Eleitoral, independentemente de divulgar os resultados. A exigência consta no artigo 33 da Lei das Eleições (Lei n o 9.504/1997). 

    O cadastro prévio da pesquisa deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação do estudo, acompanhado de informações como: quem contratou a pesquisa; valor e origem dos recursos; metodologia e período de realização; plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico e área física de realização do trabalho a ser executado, intervalo de confiança e margem de erro. 

    O procedimento deve ser feito somente de forma eletrônica pelo sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), após o cadastramento das entidades e empresas no PesqEle. Aquelas que tiverem realizado pesquisas em eleições anteriores não precisam efetuar outro cadastramento, mas o novo estudo deve ser registrado. As informações e os dados inseridos no sistema ficarão à disposição de qualquer interessado pelo prazo de 30 dias.  

    Vale ressaltar que a Justiça Eleitoral não realiza nenhum controle prévio sobre o resultado das pesquisas e nem gerencia ou cuida de sua divulgação, bem como atua somente quando provocada por meio de representação.  

    Ainda segundo a Lei das Eleições, a divulgação de pesquisa sem o prévio registro das informações sujeita aos responsáveis multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs.Já a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. No período de campanha eleitoral, é proibida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral. 

    As pesquisas eleitorais são tidas como ferramentas para verificar a viabilidade de possíveis candidaturas e formas de avaliação sobre temas sensíveis que a população gostaria de ver em debates durante a campanha. 

    Outras normas  

    A proibição da distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela Administração Pública já está em vigor desde 1º de janeiro.

    As únicas exceções permitidas são: casos de calamidade pública, estado de emergência ou programas sociais previstos em lei e com execução orçamentária iniciada no ano anterior. Nessas hipóteses, o Ministério Público tem a prerrogativa de acompanhar a execução financeira e administrativa.

    Também fica vedada a execução de programas sociais por entidade nominalmente vinculada a candidata ou candidato ou por eles mantida, ainda que autorizados em lei ou em execução orçamentária no exercício anterior.  

    Ainda em anos eleitorais, a partir de 1º de janeiro, é proibido realizar despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos no primeiro semestre dos três últimos anos que antecedem o pleito.  

    Além da Lei das Eleições, as condutas vedadas aos agentes públicos que possam comprometer a igualdade de oportunidades entre pessoas candidatas nos pleitos eleitores estão previstas no capítulo V da Resolução TSE nº 23.735/2024.  

    FONTE: ASCOM TSE

  • Deputados aprovam extinção da Somar e atualização na estrutura do Governo de Rondônia

    Deputados aprovam extinção da Somar e atualização na estrutura do Governo de Rondônia

    Medida aprovada pela Assembleia Legislativa transfere atribuições estratégicas para a Sepog com o objetivo de eliminar sobreposições administrativas.

    Os deputados estaduais de Rondônia aprovaram, nesta segunda-feira (5), o Projeto de Lei Complementar 163/2025. A votação, realizada em sessão extraordinária, altera a organização administrativa do Poder Executivo e oficializa a extinção da Coordenadoria de Soluções para Melhoria e Alcance de Resultados (Somar).  A mudança visa modernizar a máquina pública e centralizar o acompanhamento de metas estaduais.

    A unidade era anteriormente vinculada à Casa Civil, mas suas funções já vinham sendo absorvidas pela Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog).

    Fim da Somar e centralização na Sepog

    A extinção da Somar tem como foco principal eliminar a sobreposição de tarefas dentro do governo. De acordo com a mensagem enviada pelo Poder Executivo ao parlamento, a medida garante maior racionalidade e transparência, concentrando as funções estratégicas em um único órgão de planejamento. Atividades fundamentais, como o monitoramento do Plano Estratégico do Governo e do Plano de Desenvolvimento Estadual Sustentável (PDES), passam a ser de responsabilidade integral da Sepog.

    Eficiência sem impacto financeiro

    Um dos pontos destacados durante a votação na Assembleia Legislativa foi a ausência de aumento de despesas. A reorganização administrativa não gera impacto financeiro para o Estado, tratando-se de um ajuste de fluxo interno e de competências entre as secretarias já existentes. Além da extinção da coordenadoria, o PLC 163/2025 atualiza as normas de governança.

    O texto reforça o papel da Câmara de Coordenação e Governança Estadual (CCGE) e de seus comitês técnicos, que agora possuem maior autonomia para integrar as políticas públicas entre as diferentes pastas.

    Governança e planejamento estadual

    Com a nova estrutura, a Sepog consolida-se como o eixo central de monitoramento do desempenho governamental. A integração das políticas públicas deve ocorrer de forma mais célere, permitindo que os projetos de infraestrutura e serviços sociais sejam acompanhados com maior rigor técnico. O governo justifica que a medida é um passo necessário para a maturidade da gestão estadual. Ao fortalecer a CCGE, Rondônia busca alinhar suas ações às melhores práticas de governança pública do país, focando sempre na eficiência do gasto e na qualidade do serviço entregue ao cidadão.

    FONTE: ALE/RO DECOM