Categoria: Destaque

  • Exército do Brasil monitora situação em Caracas e mantém tropa na fronteira

    Exército do Brasil monitora situação em Caracas e mantém tropa na fronteira

    O Exército monitora a situação na Venezuela e mantém tropa mobilizada na fronteira com o país, em Roraima, após o ataque dos Estados Unidos a Caracas e a captura do ditador Nicolás Maduro, anunciada por Donald Trump, neste sábado, 3.

    A primeira avaliação de militares brasileiros é a de que a ação norte-americana foi pontual, para captura do líder venezuelano, e sem maiores repercussões operacionais ao Brasil.

    Até as primeiras horas desta manhã, não foi notado fluxo atípico de imigrantes deixando a Venezuela a partir de Santa Elena de Uairén, cidade vizinha da brasileira Pacaraima (RR).

    Contudo, o aumento do número de refugiados chegando ao Brasil é uma consequência esperada após a ação militar dos EUA no território venezuelano.

    Pacaraima, localizada ao norte de Roraima, tem um Pelotão Especial de Fronteira. A unidade militar tem homens de prontidão e é reforçada desde 2024, com o crescimento da tensão no país vizinho.

    FONTE: INFO MONEY

  • Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Ministro da Defesa

    Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Ministro da Defesa

    Governo fez reunião para discutir invasão da Venezuela pelos EUA

    A fronteira do Brasil com a Venezuela, no estado de Roraima, está tranquila, monitorada e aberta, informou neste sábado (3) o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio. O governo disse ainda que não há notícia de brasileiros feridos pelos bombardeios dos Estados Unidos (EUA) contra a Venezuela.

    “A fronteira está absolutamente tranquila. Nós temos um contingente já há algum tempo lá de homens e equipamentos. Estamos aguardando que as coisas aconteçam. Vamos aguardar a entrevista do presidente da República dos Estados Unidos, algumas coisas que vão acontecer durante o dia”, disse Múcio.

    O ministro da Defesa disse que o Brasil tem 10 mil militares na região amazônica, com 2,3 mil em Roraima. Múcio acrescentou que há muita informação desencontrada e que o governo monitora os acontecimentos.

    A fala ocorreu após reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, da qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência. Uma segunda reunião de emergência foi marcada para às 17h, também no Itamaraty.

    Participaram também da primeira reunião as ministras interinas das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior, além do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) disse que o presidente Lula reforçou o posicionamento divulgado mais cedo no sentido de condenar o ataque dos EUA contra a Venezuela e a captura do presidente Nicolas Maduro, e sua esposa Cilia Flores, por militares estadunidenses.

    A ministra interina Maria Laura da Rocha disse que o Brasil ainda não tem informações sobre o paradeiro do presidente Maduro, mas confirmou que não há relatos de brasileiros feridos.  

    “A comunidade brasileira está tranquila e nenhuma ocorrência até o momento. Os turistas que lá estão estão conseguindo sair normalmente. Normalidade total com relação à comunidade brasileira”, disse a ministra interina.

    Entenda

    A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os EUA acusam, sem apresentar provas, Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos EUA, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Reunião de emergência no Itamaraty discute invasão da Venezuela

    Reunião de emergência no Itamaraty discute invasão da Venezuela

    Presidente Lula retorna hoje a Brasília para acompanhar desdobramentos

    Começou por volta das 10h30 da manhã deste sábado (3) uma reunião de emergência do governo brasileiro no Itamaraty, em Brasília, para discutir a invasão dos Estados Unidos (EUA) à Venezuela na madrugada deste sábado (3). O presidente Nicolás Maduro foi capturado e retirado do país

    Estão presentes no encontro o ministro da Defesa, José Múcio, e a ministra substituta do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha. A secretária-executiva e ministra interina da Casa Civil, Miriam Belchior, também participa da reunião, que conta com outros diplomatas brasileiros.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve participar por videoconferência, uma vez que está no Rio de Janeiro. A assessoria informou que o presidente retorna ainda hoje para Brasília. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, estava de férias e também retorna hoje a Brasília. 

    Os Estados Unidos bombardearam diversos locais na capital da Venezuela, Caracas, e nos estados de Aragua, Miranda e La Guaira.

    Não se sabe sobre o paradeiro do presidente Nicolás Maduro que, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, foi capturado por militares norte-americano e já está fora da Venezuela.

    A vice-presidente do país, Delcy Rodrigues, pediu prova de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. 

    Nas redes sociais, o presidente Lula condenou o uso da força contra o país vizinho.

    “A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”, disse o presidente.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • EUA lançam ataque em larga escala na Venezuela e capturam Nicolás Maduro

    EUA lançam ataque em larga escala na Venezuela e capturam Nicolás Maduro

    Segundo Donald Trump, presidente venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Explosões atingiram Caracas na madrugada deste sábado (3).

    O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”

    ‘Agressão imperialista’

     

    Logo após o início, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

    “O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.

    “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”

     

    O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.

    Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.

    Maduro na mira

    A pressão sobre o governo venezuelano começou em em agosto, quando os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro. À época, o governo norte-americano reforçou a presença militar no Mar do Caribe.

    Inicialmente, a Casa Branca afirmou que a mobilização militar tinha como objetivo combater o narcotráfico internacional. Com o tempo, autoridades americanas passaram a dizer, sob anonimato, que o objetivo final seria derrubar o governo Maduro.

    Trump e o presidente venezuelano chegaram a conversar por telefone em novembro. No entanto, segundo a imprensa americana, os contatos terminaram sem avanços, já que Maduro teria demonstrado resistência em deixar o poder.

    No mesmo mês, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista. O governo americano acusa Maduro de liderar o grupo.

    Ainda em novembro, a imprensa internacional informou que os EUA estavam prestes a iniciar uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela.

    Além disso, de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos têm interesse em assumir o controle das reservas de petróleo venezuelanas, consideradas as maiores do mundo.

    Nas últimas semanas, militares americanos apreenderam navios petroleiros da Venezuela. Trump também determinou um bloqueio contra embarcações alvos de sanções e acusou Maduro de roubar os EUA.

    FONTE: G1.COM –  GLOBO.COM –  GLOBO NEWS –  TV GLOBO

  • Faixa de chuvas persistentes deve atingir grande parte do Brasil a partir do fim de semana

    Entenda o que é a Zona de Convergência do Atlântico Sul e o impacto do fenômeno no clima do país

    O Brasil começa 2026 sob risco de chuvas intensas e persistentes em várias regiões do país. Segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o primeiro episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) do ano deve se formar a partir do fim de semana e manter volumes elevados de precipitação até pelo menos a próxima sexta-feira (9).

    A ZCAS é um sistema meteorológico típico do verão brasileiro, caracterizado por uma faixa extensa e contínua de nuvens carregadas, que se estende da região Norte até o Sudeste do país. Esse fenômeno mantém a chuva concentrada sobre as mesmas áreas por vários dias seguidos, o que aumenta o risco de alagamentos, enchentes e deslizamentos, especialmente em regiões urbanas e áreas de encosta.

    Desde esta quinta-feira (1º), a combinação de ventos em baixos níveis transportando umidade da Amazônia e a alta concentração de umidade na atmosfera tem favorecido a formação de instabilidades. O cenário eleva a chance de temporais localizados, com chuva volumosa em curto período, rajadas intensas de vento e possibilidade de queda de granizo, principalmente no Sudeste, em Goiás, no Distrito Federal e no oeste da Bahia.

    O alerta é maior para o Vale do Paraíba (SP), a região serrana do Rio de Janeiro, o sul de Minas Gerais, a Zona da Mata mineira e o sul do Espírito Santo. Nessas áreas, os volumes de chuva podem se aproximar de 100 milímetros em 24 horas.

    Outras regiões do país também devem enfrentar instabilidades. No Sul, no Norte, além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a previsão indica pancadas com intensidade de até 30 milímetros por hora, acompanhadas de ventos que podem chegar a 60 km/h. No sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul, os temporais podem ser mais severos, com acumulados próximos de 100 milímetros em um dia e rajadas de até 100 km/h.

    Efeitos a partir da sexta-feira (2)

    A instabilidade tende a ganhar força na sexta-feira (2), com a aproximação de uma frente fria pelo litoral de São Paulo, reforçando os temporais nas áreas já atingidas. No sábado (3), esse sistema deve se organizar de forma contínua, caracterizando oficialmente o primeiro episódio de ZCAS de 2026.

    A previsão indica a formação de uma grande faixa de chuvas persistentes, que pode se estender do Amazonas até o Espírito Santo, passando por Rondônia, Mato Grosso, Goiás, sul do Tocantins, sudoeste da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ao longo de todo o período de atuação do sistema, os acumulados podem superar 250 milímetros.

    Diante do volume elevado previsto, o Inmet recomenda atenção redobrada em capitais como Brasília, Goiânia, Belo Horizonte e Vitória, além da região serrana do Rio de Janeiro, por causa do risco de transtornos associados às chuvas prolongadas.

    FONTE: SBT NEWS

  • Gasolina, diesel e gás de cozinha ficam mais caros em 2026

    Gasolina, diesel e gás de cozinha ficam mais caros em 2026

    Alíquota sobre a gasolina subiu 10 centavos por litro, elevando o preço para R$ 1,57; este é o segundo ano consecutivo em que ocorre um aumento no ICMS sobre combustíveis

    O ano de 2026 começou com um aumento significativo nos preços dos combustíveis no Brasil. Na última quinta-feira (1), entrou em vigor o reajuste da alíquota do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. Esta decisão, tomada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) em setembro do ano passado, já está impactando o orçamento dos consumidores. A alíquota sobre a gasolina subiu 10 centavos por litro, elevando o preço para R$ 1,57. O diesel teve um aumento de 5 centavos por litro, passando a custar R$ 1,17. Já o gás de cozinha sofreu um acréscimo de R$ 1,50 por botijão.

    Este é o segundo ano consecutivo em que ocorre um aumento no ICMS sobre combustíveis. Em fevereiro de 2025, houve uma elevação similar nos preços. O CONFAZ, que reúne as Secretarias de Fazenda dos Estados, baseou o reajuste nos preços médios mensais dos combustíveis, divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre fevereiro e agosto de 2025, comparando-os com o mesmo período de 2024. A expectativa é que o impacto no bolso dos brasileiros seja significativo, uma vez que o aumento nos preços dos combustíveis afeta diretamente a economia do país.

    FONTE:JOVEM PAN NEWS

  • Flamengo e Corinthians disputam Supercopa Rei em 1º de fevereiro, em Brasília

    Flamengo e Corinthians disputam Supercopa Rei em 1º de fevereiro, em Brasília

    Campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil se enfrentam pelo primeiro título nacional de 2026

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

    A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.

    A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.

    Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.

    Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.

    Últimos campeões

    O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.

    Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.
    Supercopa Rei

    Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.

    Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.

    A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • China aumenta imposto sobre preservativos para tentar reverter taxa de natalidade

    China aumenta imposto sobre preservativos para tentar reverter taxa de natalidade

    Governo teme que baixo número de nascimentos provoque riscos econômicos devido ao rápido envelhecimento da população

    A China reverteu uma isenção fiscal sobre medicamentos e dispositivos contraceptivos. A partir deste ano, moradores pagarão 13% de imposto sobre as vendas de preservativos e anticoncepcionais, por exemplo — alíquota padrão adotada para quase todos os bens de consumo no país.

    A medida faz parte dos esforços da China para reverter a baixa taxa de natalidade. Em 2024, foram contabilizados 9,54 milhões nascimentos no país, cerca de metade dos partos registrados uma década atrás, quando Pequim adotava a política do filho único (1980-2016) para conter o rápido crescimento populacional.

    Em meio ao cenário, o governo vem anunciando uma série de iniciativas para encorajar as famílias a terem até três filhos. Entre as medidas estão a isenção fiscal para serviços de creche, extensão das licenças de paternidade e maternidade, além de um programa financeiro para famílias com crianças de até três anos.

    O alto custo de vida no país, no entanto, acaba dificultando a adesão dos moradores à iniciativa. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Populacional YuWa, de Pequim, apontou que a China é um dos países mais caros para se criar filhos, com gastos impulsionados por mensalidades escolares.

    O temor do governo é que a baixa taxa de natalidade provoque riscos econômicos, já que o rápido envelhecimento da população pode prejudicar o mercado de trabalho, bem como o financiamento de pensões e serviços de saúde aos idosos. Dos 1,408 bilhão de habitantes, 22% ou 310,31 milhões de pessoas, tinham 60 anos ou mais em 2024, contra 296,97 milhões em 2023.

    FONTE: SBT NEWS

  • Autoridades identificam 113 feridos no incêndio de Ano Novo na Suíça

    Autoridades identificam 113 feridos no incêndio de Ano Novo na Suíça

    40 mortes já foram confirmadas até agora; incêndio teria começado pelo uso de sinalizadores e fogos de artifício que teriam passado perto demais do teto

    O incêndio que destruiu um bar na estação de esqui suíça de Crans-Montana no Ano Novo deixou até agora 119 feridos, dos quais 113 foram identificados, incluindo 14 franceses, 11 italianos e quatro sérvios, informou a polícia nesta sexta-feira (2). As autoridades confirmaram 40 mortes até o momento. “Cerca de 50 feridos foram ou serão transferidos em breve para países europeus, para centros especializados em queimaduras graves”, disse Mathias Reynard, presidente de governo do cantão de Valais, em uma coletiva de imprensa em Sion.

    O fogo foi provavelmente causado por fogos de artifício ou sinalizadores acesos dentro do estabelecimento, afirmou a procuradora do cantão suíço de Valais. “Tudo indica que o fogo teve origem em fogos de artifício ou sinalizadores colocados sobre garrafas de champanhe, muito perto do teto. Isso causou um incêndio rápido, muito rápido e generalizado”, declarou Béatrice Pilloud durante uma coletiva de imprensa. A procuradora também explicou que as autoridades interrogaram o casal de franceses que administra o bar que pegou fogo na sofisticada estação de esqui.

    FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO –  AGÊNCIA ESTADO

  • Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil passa a valer

    Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil passa a valer

    Salários e dividendos têm mudanças com nova regra do Imposto de Renda.

    Entrou em vigor nesta quinta-feira (1º) a reforma do Imposto de Renda (IR), sancionada em novembro, que amplia a faixa de isenção para brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês. A medida beneficia cerca de 15 milhões de pessoas e traz alterações tanto no desconto em folha quanto na tributação de dividendos e na renda de alta faixa salarial.

    Com a mudança, quem ganha até R$ 5 mil fica totalmente isento, podendo economizar até R$ 4 mil por ano, considerando o décimo terceiro salário. Para salários entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, a isenção é parcial, diminuindo gradualmente o imposto, evitando o chamado “degrau tributário”. Já salários acima de R$ 7.350 seguem a tabela progressiva de até 27,5%.

    Impacto imediato no salário
    A alteração já é sentida no desconto em folha: trabalhadores enquadrados na nova isenção ou no desconto parcial deixarão de sofrer a retenção integral do IR sobre o salário de janeiro. Vale lembrar que a declaração do IR em 2026 ainda se refere ao ano-base 2025, quando a nova regra não estava em vigor.

    Alta renda e imposto mínimo
    Para compensar a perda de arrecadação, foi criado o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), que atinge quem recebe acima de R$ 50 mil por mês ou R$ 600 mil por ano, com alíquota progressiva de até 10%. O cálculo considera salários, dividendos e rendimentos financeiros tributáveis, mas exclui investimentos incentivados, heranças, doações, indenizações e ganhos de capital fora da bolsa. Cerca de 141 mil contribuintes serão afetados.

    Tributação de dividendos
    Outra novidade é a retenção de 10% sobre dividendos pagos a partir de R$ 50 mil mensais, por empresa, compensável na declaração anual. A medida tem como alvo sócios e empresários de alta renda, mantendo a maioria dos investidores sem impacto. Dividendos relativos a lucros apurados até 2025 permanecem isentos se aprovados até 31 de dezembro de 2025, mas especialistas alertam para possíveis disputas judiciais sobre efeito retroativo.

    Resumo das mudanças

    • Isenção total até R$ 5 mil por mês;

    • Desconto gradual até R$ 7.350;

    • Salários acima disso mantêm a tabela atual;

    • Imposto mínimo de até 10% para renda anual acima de R$ 600 mil;

    • Dividendos acima de R$ 50 mil mensais passam a ser tributados.

    A reforma começa a impactar salários imediatamente, mas os efeitos completos só serão sentidos na Declaração de Imposto de Renda de 2027.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL