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  • Enem 2026: período para pedir isenção da taxa termina nesta sexta, 24

    Enem 2026: período para pedir isenção da taxa termina nesta sexta, 24

    O prazo para os interessados solicitarem a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 termina nesta sexta-feira, dia 24. A data limite também se aplica para aqueles candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar gratuitamente desta edição.

    A solicitação deve ser feita pela Página do Participante do Enem com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

    O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes casos:

    · matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;

    · estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio;

    · pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);

    · beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);

    As pessoas que se enquadram nestes perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática.

    O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça.

    Ausência em 2025
    O participante que teve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem 2025, não compareceu às provas nos dois dias de aplicação em novembro do ano passado e queira solicitar novamente isenção da taxa de inscrição em 2026 deve justificar sua ausência.

    Os documentos de comprovação devem conter todas as especificações do edital e serem legíveis para análise, sob pena de serem considerados inválidos. Entre eles: boletim de ocorrência policial, para casos de assaltos ou acidente de trânsito; certidão de casamento ou declaração de união estável, se ocorrida nove dias antes do primeiro dia de aplicação das provas.

    O Inep exige documentos somente nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis dos participantes.

    A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.

    Resultado
    Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 8 de maio.

    Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.

    As regras e prazos do Enem 2026 relativos aos pedidos de isenção da taxa de inscrição estão descritos em edital publicado pelo Inep no dia 1º de abril.

    Já o período de inscrição para as provas ainda será definido e divulgado pelo Ministério da Educação. Quem teve a isenção de pagamento da taxa aprovada também precisa fazer a inscrição para as provas.

    O Enem
    O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    Ainda, desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.

    Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.

    Fonte:  Agência Brasil – Andreia Verdélio

  • Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entrega à polícia

    Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entrega à polícia

    Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel e ré pelo homicídio do filho, ocorrido em 2021, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20). A informação foi confirmada

    Henry Borel Medeiros morreu na madrugada de 8 de março de 2021 no Rio. De acordo com perícias, a criança morreu em decorrência de hemorragia interna e laceração hepática. Embora a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, tenham alegado que ele caiu da cama, peritos descartaram essa hipótese, e o Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões de Jairinho, e que Monique foi omissa.

    A professora se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), três dias após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que ela voltasse à cadeia, na sexta (17).

    No sábado (18), o ministro ainda rejeitou o recurso apresentados pela defesa de Monique e manteve a ordem de prisão preventiva.

    Novo julgamento em maio
    Em março, o julgamento de Monique e de seu ex, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, foi suspenso após a defesa dele abandonar o Tribunal do Júri.

    A juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique. A magistrada considerou a manobra da defesa de Jairinho “uma interrupção indevida do recurso processual, em franco desrespeito à orientação advinda do STF”.

    O menino de 4 anos morreu com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.

    Jairinho, que era vereador do Rio de Janeiro à época, e Monique foram presos desde abril de 2021, mês seguinte à morte de Henry. Ela chegou a sair da cadeia após uma decisão da Justiça em 2022, mas voltou a ser encarcerada após decisão do Supremo Tribunal Federal, em 2023.

  • Escala 6×1: propostas no Congresso avançam para pôr fim à jornada; veja qual está mais perto de passar

    Escala 6×1: propostas no Congresso avançam para pôr fim à jornada; veja qual está mais perto de passar

    O fim da escala 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso — saiu do campo das discussões pontuais e passou a ocupar o centro da agenda trabalhista do país.

    O tema ganhou força no Congresso Nacional e hoje avança por quatro frentes simultâneas, com propostas que seguem caminhos distintos.

    No pano de fundo, o debate coloca em lados opostos a pressão por mais tempo livre e as preocupações com os efeitos econômicos das mudanças. Na prática, nunca antes o fim da escala 6×1 foi discutido de forma tão ampla e conjunta no Brasil.

    Na Câmara dos Deputados, dois textos avançaram um passo importante na última quarta-feira (15). A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) emitiu parecer favorável à tramitação da PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), e da proposta apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

    A votação, no entanto, foi adiada após um pedido de vista da oposição, o que empurrou a decisão final da comissão para os próximos dias.

    Ao mesmo tempo, o governo federal decidiu seguir por outro caminho. Na terça-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso um projeto de lei, com urgência constitucional, que também prevê o fim da escala 6×1.

    A estratégia do Planalto é testar a viabilidade política da mudança por meio de um trâmite mais rápido.

    No Senado Federal, a discussão está mais avançada. A PEC 148/2015, do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovada pela CCJ da Casa em dezembro do ano passado e aguarda análise do plenário. Trata-se do texto mais adiantado do ponto de vista legislativo.

    O Congresso, portanto, analisa simultaneamente quatro propostas, cada uma com trajetória própria e diferentes níveis de avanço. Embora o objetivo central seja semelhante, os formatos, os prazos e os impactos previstos são distintos.

    O que cada texto propõe?
    A proposta mais avançada até o momento é a PEC 148/2015.

    “É a [PEC] mais antiga em tramitação sobre o tema e prevê a redução gradual da jornada até o limite de 36 horas semanais”, afirma Paulo Renato Paim, autor da proposta, ao g1.
    O texto prevê uma redução gradual da jornada de trabalho. No primeiro ano após a promulgação, a carga semanal cairia de 44 horas para 40 horas. A partir daí, haveria reduções anuais de uma hora até o limite de 36 horas semanais.

    A proposta formaliza a escala 5×2, com dois dias de descanso, e estabelece a proibição de redução salarial durante toda a transição.

    Aprovada na CCJ do Senado, a PEC segue agora para o plenário, onde será votada em dois turnos e precisará de 49 votos favoráveis em cada um. Se aprovada, o texto seguirá para a Câmara, onde também passará por dois turnos. Só então poderá ser promulgada.

    “O texto já está pronto para análise no plenário do Senado, embora ainda não haja data definida para votação”, diz Paim.Já na Câmara, a proposta mais abrangente é a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton.

    O texto propõe a adoção da escala 4×3, com jornada máxima de 36 horas semanais. A implementação ocorreria em até 360 dias. A medida se aproxima de experiências internacionais recentes, mas enfrenta maior resistência política.

    A PEC do deputado Reginaldo Lopes segue na mesma direção quanto à carga horária final, mas prevê uma transição mais longa. A redução poderia ocorrer ao longo de até 10 anos, com o objetivo de diminuir eventuais impactos sobre empresas, especialmente em setores mais intensivos em mão de obra.

    As PECs de Erika Hilton e Reginaldo Lopes permanecem na fase de admissibilidade, que avalia apenas se os textos respeitam a Constituição. A discussão de mérito ocorrerá em uma comissão especial, etapa seguinte do processo.
    Por fim, o projeto de lei do governo federal adota uma alternativa intermediária. O texto fixa a jornada em 40 horas semanais, com escala 5×2, e garante a manutenção dos salários.

    Como altera a CLT, o projeto exige apenas maioria simples para aprovação. Além disso, foi enviado com urgência constitucional, o que limita a até 45 dias o prazo máximo de tramitação em cada Casa Legislativa. O prazo pode ser estendido por mais 10 dias caso o texto seja alterado.

    Um dos destaques é a inclusão dos trabalhadores domésticos, grupo frequentemente excluído de reformas trabalhistas.

    “Do ponto de vista da tramitação do processo legislativo, a proposta que deve caminhar mais rapidamente é a enviada pela Presidência da República, porque ela não só reúne grande parte dos elementos das outras, como vem acompanhada de dois fatores: o regime de urgência (…) e a vontade política”, avalia o professor de Direito Constitucional da USP, Rubens Beçak.
    Por onde cada texto tramita — e por que isso importa
    As diferenças entre uma PEC e um projeto de lei ajudam a explicar a existência de várias frentes ao mesmo tempo.

    Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) altera a norma máxima do país. Por isso, precisa ser aprovada em dois turnos em cada Casa e contar com o apoio de três quintos dos parlamentares. Não depende de sanção presidencial. Se aprovada, é promulgada pelo Congresso.
    Já o Projeto de Lei (PL) altera normas infraconstitucionais, como a CLT. O processo é mais simples, exige menos votos e depende de sanção presidencial.
    Justamente por alterarem o texto da Constituição Federal, as PECs têm um rito mais rigoroso e precisam, obrigatoriamente, tramitar pelas duas Casas do Congresso Nacional, explica Marcos Jorge, mestre em Direito Público e coordenador jurídico do escritório Wilton Gomes Advogados.Nesse contexto, Marcos ressalta que, no caso específico da jornada de trabalho, o PL não seria o instrumento legislativo adequado, já que a carga horária atual está prevista na Constituição Federal. Assim, a alteração dessa regra só poderia ser feita por meio de uma PEC.

    Propostas avançam em meio a divergências
    O avanço das propostas ocorre em meio a um debate que também se intensificou fora do Congresso.

    Mesmo entre apoiadores do fim da escala 6×1, há quem defenda mudanças graduais, negociação coletiva e medidas de compensação, principalmente para micro e pequenas empresas.

    O deputado Luiz Gastão (PSD-CE) resume essa posição ao defender uma redução inicial mais moderada.

    “Se reduzirmos de forma paulatina de 44 para 40 horas semanais, já estaríamos extinguindo a escala 6 por 1”, afirmou.

    Para sindicatos e movimentos sociais, o fim da escala 6×1 é uma reivindicação antiga. A avaliação é de que jornadas extensas afetam a saúde física e mental, aumentam o risco de acidentes e reduzem o tempo de descanso, sobretudo entre mulheres e trabalhadores de baixa renda.

    O relator da CCJ da Câmara, Paulo Azi, também abordou esse ponto em seu parecer. Segundo ele, no regime 6×1, o único dia de descanso costuma ser consumido por tarefas domésticas e demandas acumuladas.

    Para Azi, a redução da jornada poderia contribuir para um maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

    “Elas [PECs e PL que propõem o fim da 6×1] estão em estágios diferentes, mas todas partem de um ponto de vista semelhante. O que é preciso entender é se vai prevalecer a vontade política, sobretudo em um ano eleitoral, em que o governo tem interesse na aprovação de medidas com alto potencial de apoio popular”, completa Beçak.

    Impactos econômicos: PIB, emprego e informalidade
    Por outro lado, representantes do setor produtivo reforçam as preocupações com os impactos econômicos das propostas.

    Um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, indica que a redução da jornada de 44 para 36 horas, sem aumento proporcional de produtividade, pode levar a uma queda de até 3,7% do PIB no primeiro ano.

    Em cinco anos, a retração acumulada poderia chegar a 4,9%. Mesmo em um cenário com ganho de produtividade de 2%, os resultados permaneceriam negativos.

    As simulações também apontam que cerca de 1,5 milhão de trabalhadores formais poderiam enfrentar risco de demissão ou migração para a informalidade.

    “O custo com pessoal representa um dos principais componentes da estrutura de custos das empresas”, afirma Guilherme Hakme, diretor da Fiep. “Elevações nesse tipo de custo podem afetar decisões operacionais, como redução do horário de funcionamento e demissões.”
    No comércio, um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que a adaptação a jornadas menores pode elevar a folha salarial em cerca de 21%. Parte desse custo tende a ser repassada aos preços. Segundo o levantamento, cada aumento de 1% no custo do trabalho pode elevar a informalidade em 0,34%.

    No turismo, setor que depende da escala 6×1 para operar aos fins de semana, o impacto esperado recai sobre preços e demanda.

    No agronegócio, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que ciclos naturais de produção nem sempre se adaptam a jornadas rígidas, especialmente em atividades sazonais e operações contínuas, como a pecuária leiteira.

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução para 40 horas pode gerar aumento de custos de até R$ 267 bilhões para o setor industrial. Para uma jornada de 36 horas, o impacto seria maior.

    Para economistas, o ponto central da discussão é a produtividade. Segundo André Portela, da FGV, a redução da jornada de 44 para 36 horas, com manutenção dos salários, elevaria o custo da hora trabalhada em cerca de 22%.

    Diante desse cenário, empresas tendem a adotar diferentes estratégias, como repassar custos, investir em automação ou reorganizar equipes. Pequenas empresas, com menor capacidade de adaptação, aparecem como as mais expostas.

    A avaliação de especialistas é que mudanças desse porte exigem planejamento. Sem isso, há risco de efeitos como aumento da informalidade, acúmulo de empregos e maior instabilidade econômica, especialmente em caso de implementação rápida.

  • Encontro Estadual para Criação, Fundação e Eleição da Comissão Provisória do PNC Rondônia será dia 25/04

    Encontro Estadual para Criação, Fundação e Eleição da Comissão Provisória do PNC Rondônia será dia 25/04

    No Próximo dia 25 de abril membros filiados farão o Primeiro Encontro Estadual do PNC –  Partido Nacional da Capoeira do estado de Rondônia para criação, fundação e Eleição da Diretória que tratará da seguinte pauta: 

    1 – Abertura dos trabalhos e apresentação dos presentes

    2 – Ato de Campanha de Filiação e Lista de Apoiamento

    3 – Conjuntura Politica Nacional, Estadual e Municipal

    4 – Questões Organizativas e Financeiras;

    5 – Eleições 2026 e Definição de Apoiamento Estadual

    6 – Fundação, Criação, Eleição da Diretória da Comissão Provisória Estadual de Rondônia, Fundação, Criação, Eleição da Diretória da Comissão Provisória Municipal de Porto Velho/RO

    7 – Encerramento

    O que é o PNC

    Partido Nacional da Capoeira (PNC) é uma iniciativa voltada para a valorização, representatividade política e obtenção de apoio público para a capoeira no Brasil. O movimento busca superar a falta de reconhecimento histórico, apoiando mestres e praticantes através de políticas públicas, recursos e união, posicionando-se como um partido de centro que abrange cultura, educação e esportes.

    • Objetivos: O PNC visa criar uma base sólida para garantir apoio financeiro e reconhecimento à capoeira, frequentemente marginalizada.
    • Foco: O foco vai além da capoeira, englobando cultura em geral, artes marciais e educação.
    • Representação: Busca a união de capoeiristas para garantir que as necessidades da comunidade sejam ouvidas na política

    FONTE: MARCIO MARTINS –  FOLHA RONDONIENSE

  • Tadeu faz homenagem a Oscar Schmidt na abertura do ‘BBB 26’: ‘Vou me recuperar’

    Tadeu faz homenagem a Oscar Schmidt na abertura do ‘BBB 26’: ‘Vou me recuperar’

    O jornalista confirmou mais cedo que não deixaria de apresentar o programa em honra à memória do irmão

    O apresentador Tadeu Schmidt abriu o Big Brother Brasil 26 desta sexta-feira (17) com homenagem ao irmão e ex-jogador de basquete, Oscar Schmidt. Mais cedo, o jornalista havia confirmado que seguiria no comando do reality show.

    “Hoje é um dia difícil, nós demos adeus para o meu irmão Oscar, mas fiz questão de estar aqui”, disse o apresentador com voz embargada.

    Tadeu afirmou que Oscar é o seu “maior ídolo” e sempre foi sua “maior referência”, principalmente “ao que diz respeito ao amor à profissão”. O jornalista disse que o ex-jogador “nunca deixou os companheiros de time na mão” e nem desfalcou sua equipe quando quebrou a mão.

    Vou me recuperar, tenham paciência, hoje é um dia muito importante [no Big Brother Brasil]. Estou aqui para o jogo, para dar o meu melhor, em homenagem a você, meu irmão”, declarou.

    Em publicação nas redes sociais, antes do início do programa, Tadeu havia dito que, se não fosse trabalhar, seria uma “afronta à memória” do irmão. “O Oscar não foi no meu casamento porque ele tinha um jogo. Ele já jogou com a mão quebrada, fratura mesmo”, disse.

    Morte de Oscar Schmidt

    A morte da lenda do basquete foi confirmada também nesta sexta-feira pela assessoria do ex-atleta. A causa da morte não foi divulgada pela equipe de Oscar Schmidt.

    Já a Prefeitura de Santana de Parnaíba, onde ele foi atendido no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), afirmou que o ex-jogador chegou sem vida ao local, em parada cardiorrespiratória.

    Oscar Schmidt foi diagnosticado com câncer no cérebro em 2011. Após 11 anos entre tratamentos, o ex-atleta anunciou em 2022 que havia se curado da doença.

    Em nota, a família do “Mão Santa” comunicou que a despedida do ex-jogador será de forma reservada e restrita aos familiares.

    FONTE: JOVEM PAN NEWS

  • População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo

    População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo

    A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a 2024. A taxa de crescimento tem ficado abaixo de 0,60% desde 2021. Do total, 51,2% eram mulheres e 48,8% eram homens.

    A distribuição da população residente no país mostra queda da proporção de pessoas abaixo de 40 anos de idade: o grupo está 6,1% menor em 2025 do que em 2012. Por outro lado, há crescimento dos que estão acima dessa faixa etária: 40 a 49 anos (de 13% para 15%), 50 a 59 anos (de 10% para 11,8%) e 60 anos ou mais (de 11,3% para 16,6%).

    A transformação aparece também na pirâmide etária. Entre 2012 e 2025, houve estreitamento da base e alargamento do topo, com queda da população de até 39 anos.

    As diferenças regionais permanecem marcantes. Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais de jovens – com 22,6% e 19,1% da população de até 13 anos, respectivamente – enquanto Sudeste e Sul têm maior presença de idosos, ambos com 18,1% da população com 60 anos ou mais.

    Também há mudanças na forma como a população declara cor ou raça. Diminuiu em todas as regiões do país o número de pessoas que se declaram brancas. Em 2012, brancos eram 46,4% da população. Em 2025, passaram a ser 42,6%. Pessoas declaradas pretas aumentaram de 7,4% para 10,4%.

    A Região Norte foi a que registrou maior crescimento da população preta, de 8,7% para 12,9%. A Região Sul foi a que teve maior crescimento das pessoas de cor ou raça parda (de 16,7% para 22%) e maior queda da população autodeclarada branca (de 78,8% para 72,3%).

    Morar sozinho
    Também cresceu o percentual de pessoas que vivem sozinhas. Em 2025, os domicílios unipessoais chegaram a 19,7%. Em 2012, o percentual era de 12,2%. O arranjo nuclear – quando há pelo menos um casal, mãe com filhos ou pai com filhos – ainda é o predominante: 65,6% dos domicílios. Mas caiu em relação a 2012, quando chegava a 68,4%.

    A pesquisa mostra diferenças por idade e gênero entre as pessoas que moram sozinhas. Entre os homens, 56,6% dos que estão nessa situação têm entre 30 e 59 anos de idade. Entre as mulheres, o maior percentual (56,5%) é entre aquelas com 60 anos ou mais.

    Sobre a condição de ocupação dos domicílios, a proporção de imóveis alugados cresceu para 23,8%, alta de 5,4 pontos percentuais desde 2016. Já os domicílios próprios quitados caíram para 60,2%, redução de 6,6 pontos percentuais no mesmo período.

    Também houve mudança no tipo de habitação: as casas ainda predominam, mas recuaram para 82,7%, enquanto apartamentos subiram para 17,1%.

    Infraestrutura
    Os indicadores de infraestrutura mostram avanços, mas mantêm desigualdades regionais. O acesso à água por rede geral chegou a 86,1% dos domicílios, sendo 93,1% nas áreas urbanas e apenas 31,7% nas rurais.

    O Norte tem o menor percentual de acesso à rede geral: 60,9%. E uma quantidade expressiva de domicílios que dependem de poços profundos ou artesianos: 22,8%. O Sudeste conta com 92,4% do abastecimento de água vindo da rede geral.

    No saneamento, 71,4% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede geral ou fossa ligada à rede, mas o índice cai para 30,6% no Norte, onde outras formas mais precárias de esgotamento ainda predominam (39,3%). No Sudeste, o percentual de acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede é de 90,7%.

    A coleta direta de lixo por serviços de limpeza alcança 86,9% dos domicílios do país, avanço de 4,2 pontos percentuais desde 2016. Norte e Nordeste têm os menores percentuais de coleta direta (ambos com 79,3%) e os maiores percentuais de lixo queimado nas propriedades (14,5% e 13%, respectivamente).

    O acesso à energia elétrica está próximo da universalização, com apenas 2,7% dos domicílios rurais sem ligação à rede. Esse percentual é de 0,5% nos domicílios urbanos. A parte rural da Região Norte é a que ainda concentra os piores números: 15,1% dos domicílios não têm acesso à rede geral de energia.

    A pesquisa também mostra aumento no acesso a bens duráveis. Em 2025, 98,4% dos domicílios tinham geladeira e 72,1%, máquina de lavar. Em 2016, esses índices eram 98,1% e 63%, respectivamente.

    O percentual de domicílios com carro chegou a 49,1%, enquanto motocicletas estão presentes em 26,2% das residências.

    Fonte: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

  • MPRO firma TAC e define regras de segurança para a 20ª Expobrás em Nova Brasilândia d’Oeste

    MPRO firma TAC e define regras de segurança para a 20ª Expobrás em Nova Brasilândia d’Oeste

    O Ministério Público de Rondônia (MPRO) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para organizar as responsabilidades da 20ª Expobrás em Nova Brasilândia d’Oeste. O termo foi firmado para garantir a ordem nos eventos, que tem programações previstas para maio e junho de 2026. O objetivo principal é garantir a segurança dos cidadãos e respeito à legislação, além da utilização racional de recursos públicos e prestação de contas posteriores.

    O TAC, proposto pelo promotor de Justiça André Luiz Silva Araújo, envolveu a prefeitura, Polícia Militar, Conselho Tutelar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), Detran, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Saúde e Associação dos Produtores Rurais do município (organizadores da festa).

    Regras para o evento e shows

    De acordo com o documento, a exposição agropecuária terá horário para iniciar e concluir as atividades. Estão programados quatro shows nacionais, rodeios, provas com cavalos no parque de exposições, entre outras atividades. No local, a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos é proibida em todos os dias. Os organizadores devem usar apenas latas ou copos plásticos para evitar acidentes com vidro. Duas ambulâncias devem ficar no local para atendimentos de emergência em tempo integral.

    Proteção para crianças e adolescentes

    Crianças menores de 10 anos só podem participar se estiverem acompanhadas pelos pais ou responsáveis. Os organizadores precisam colocar avisos visíveis sobre a classificação de idade em cada atração. O Conselho Tutelar fará vistorias para orientar os donos de barracas sobre as leis de proteção infantil. O acordo também define regras para o Baile da Rainha no dia 23 de maio. Outro ponto é a Cavalgada, que será realizada no dia 7 de junho. O desfile deve terminar às 14h para garantir que os animais sejam recolhidos com segurança.

    Fiscalização e segurança pública

    A Polícia Militar terá mais equipes para reforçar o policiamento em todos os eventos, especialmente nas ruas do entorno da festa de Exposição Agropecuária, prevista para os dias 17 a 20 de junho. O Corpo de Bombeiros deve vistoriar arquibancadas, palcos e o show de fogos de artifício antes do início do evento. Caso os horários de encerramento não sejam cumpridos, a polícia poderá apreender aparelhos de som.

    Descumprimento

    O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) é o compromisso jurídico firmado entre as partes para que problemas sejam reparados ou evitados, envolvendo diretamente as áreas de Direitos dos Cidadãos, das Crianças e Adolescentes, dos Consumidores, da Segurança Pública, do Patrimônio Público, Histórico, Cultural e Artístico, dos Direitos da Criança e do Adolescente, Direito Ambiental e da Probidade Administrativa. Em caso de descumprimento do termo os responsáveis deverão pagar multas, podendo ainda serem responsabilizados judicialmente.

    Fonte: Rolnews

  • Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 52 milhões

    Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 52 milhões

    As seis dezenas do concurso 2.997 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

    O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 52 milhões.

    O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

    As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas em todo o país ou pela internet, no site das Loterias Caixa.

    O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

    Fonte: Agência Brasil

  • Ramagem deixa centro de detenção nos EUA

    Ramagem deixa centro de detenção nos EUA

    Ex-diretor da Abin foi detido pelo ICE em Orlando, era considerado foragido no Brasil e teve extradição solicitada por decisão do STF

    O ex-deputado federal cassado Alexandre Ramagem (PL) deixou o centro de detenção do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), em Orlando, na Flórida, Estados Unidos, nesta quarta-feira (15). A informação foi confirmada pela Polícia Federal. O nome do ex-deputado já não consta mais no banco de dados de presos do condado de Orange.

    Segundo fontes da Polícia Federal ouvidas pelo SBT News, a soltura de Alexandre Ramagem não ocorreu durante a audiência de custódia, quando poderia haver concessão de liberdade mediante fiança. A avaliação é de possível ingerência política. O ex-deputado já está em casa.

    Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ramagem havia sido detido na segunda-feira (13) pelo ICE. Segundo a Polícia Federal, ele permanecia em território americano utilizando um passaporte parlamentar, que se tornou irregular após a cassação de seu mandato. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que a ação das autoridades norte-americanas contou com apoio da corporação brasileira.

    Ramagem era considerado foragido pela Justiça brasileira. Ele deixou o país de forma clandestina em setembro do ano passado, pela fronteira com a Guiana, descumprindo ordem judicial que o proibia de sair do Brasil em meio ao julgamento por tentativa de golpe de Estado.

    No mesmo período, o Supremo Tribunal Federal condenou o núcleo central da trama golpista. Ramagem foi sentenciado a 16 anos de prisão por envolvimento no caso. Também foram condenados o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros seis integrantes do grupo. O pedido de extradição do ex-deputado foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes em dezembro do ano passado.

    Como mostrou a coluna do analista Cezar Feitoza, Ramagem já era monitorado por autoridades do ICE desde o ano passado. A apuração contou com a atuação de um oficial de ligação da Polícia Federal no serviço migratório dos Estados Unidos, no âmbito de cooperação internacional. Foi nesse contexto que as autoridades identificaram que Ramagem havia comprado, neste ano, um carro em Orlando, na Flórida, utilizando o passaporte diplomático cassado que mantinha em uso no país.

    Reação de apoiadores

    A decisão foi comemorada por aliados do ex-deputado. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou que Alexandre Ramagem está “solto e em casa”, agradeceu ao presidente Donald Trump e ao secretário Marco Rubio, chamou o ex-diretor da Abin de “herói nacional” e defendeu que ele receba asilo nos Estados Unidos.

    O influenciador Paulo Figueiredo também comemorou, afirmou que Ramagem “está livre”, agradeceu a apoiadores e disse que ele não falará com a imprensa.

    Chegada em casa

    Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado, publicou nas redes sociais o momento em que ele volta pra casa e reencontra a família.

    “Somos uma família que permaneceu de pé mesmo nos dias mais difíceis, com força, união e fé inabalável. Cada momento de dor só reforçou o quanto somos capazes de resistir juntos, de nos apoiar e de seguir em frente sem perder a essência. Seguimos acreditando que a justiça, no tempo certo, será feita. Porque aquilo que é verdadeiro não se apaga, e aquilo que é justo sempre encontra o seu caminho”, escreveu Rebeca.

    FONTE: SBT NEWS

  • Pesquisa Brasil Dados destaca Luciana Colares como líder do MDB para ALE/RO

    Pesquisa Brasil Dados destaca Luciana Colares como líder do MDB para ALE/RO

    Força emergente: Luciana Colares se destaca em  pesquisa  pelo MDB.

    A empresária Luciana Colares começa a despontar como um dos nomes em ascensão no cenário político de Rondônia para as eleições de 2026. Pré-candidata a deputada estadual pelo MDB, ela já figura com destaque na mais recente pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Brasil Dados, consolidando-se como uma das surpresas positivas da corrida eleitoral.

    De acordo com o levantamento, que analisou um universo amplo com os possíveis candidatos de diferentes partidos, Luciana Colares aparece entre os 34 primeiros colocados. O dado chama atenção especialmente por se tratar de uma pré-candidatura ainda em fase inicial de estruturação, o que reforça o potencial de crescimento de seu nome ao longo da campanha.

    Dentro do próprio MDB, Luciana se destaca ainda mais: ela é a primeira colocada da sigla a aparecer no levantamento, posicionando-se à frente de outros nomes tradicionais do partido.

    Luciana agradeceu a oportunidade de se lançar candidata a deputada estadual pelo MDB, ao secretario geral da sigla Jose Luiz Lenzi, ao presidente Confucio Moura, e ao presidente do diretório Municipal Luciano Walério. dizendo que vai honrar esse chamamento.

    Empresária atuante, Luciana Colares construiu sua trajetória com forte ligação ao setor produtivo, defendendo pautas voltadas ao empreendedorismo, geração de emprego e fortalecimento da economia local

    Em declaração após a divulgação da pesquisa, Luciana comemorou o resultado e destacou o significado político do desempenho alcançado até aqui. Segundo ela, aparecer como a primeira colocada do MDB no levantamento do Instituto Brasil Dados é motivo de grande satisfação e também de responsabilidade.

    “Fico muito feliz em ver meu nome bem posicionado já nesse início. Isso mostra que nosso trabalho começa a ser reconhecido.

    Nos bastidores políticos, a leitura é de que o nome de Luciana Colares pode crescer de forma consistente ao longo dos próximos meses, especialmente por representar um perfil que dialoga com setores econômicos e com uma parcela do eleitorado que busca renovação política.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 10 de abril de 2026 com 925 eleitores e registrada no TRE-RO dia 07.04.2026 com o número RO – 03613/2026, assinada pelo estatístico Luiz Gonzaga de Souza Dutra (Conre 6708). Contratada por Brasil Dados Ltda, a pesquisa possui margem de erro de + ou -3,22 e foi realizada em 22 municípios: Alta Floresta, Ariquemes, Cacoal, Cerejeiras, Espigão D´Oeste, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Machadinho, Ouro Preto D´Oeste, Pimenta Bueno, Porto Velho, Rolim de Moura, Santa Luzia, Vilhena, Nova Mamoré, Alto Alegre dos Parecis, Buritis, Candeias do Jamari, Itapuã D´Oeste, Primavera de Rondônia e Theobroma.

    Com a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa cada vez mais competitiva, o bom desempenho inicial da pré candidata reforça sua presença no radar eleitoral e coloca seu nome entre aqueles que devem ser acompanhados de perto durante o processo eleitoral de 2026.

    Da Redação Folha Rondoniense