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  • Rondônia sedia pela primeira vez o Concurso Nacional de Qualidade do Cacau

    Rondônia sedia pela primeira vez o Concurso Nacional de Qualidade do Cacau

    Rondônia se destaca na produção de cacau ao sediar, pela primeira vez, o VII Concurso Nacional de Qualidade do Cacau, que acontece neste domingo (6), em Cacoal, com a participação de produtores rondonienses, além dos estados do Pará, Bahia e Espírito Santo. O concurso é realizado pelo Comitê Nacional de Qualidade de Cacau Especial e tem apoio do Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). A competição tem o objetivo de valorizar e reconhecer os produtores que se dedicam à produção de cacau de alta qualidade, também incentiva a sustentabilidade em todo o processo produtivo.

    O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou a importância do estado em sediar a competição pela primeira vez. “Receber o Concurso Nacional em Rondônia reforça a importância do nosso estado no cenário agrícola nacional. Temos investido no fortalecimento da produção, na valorização do produtor rural e no incentivo às boas práticas. Esse evento é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido no campo e ao potencial da nossa cadeia produtiva”.

    O secretário de Estado da Agricultura (Seagri) destacou o potencial do evento e a vitrine que ele proporciona na produção do cacau para o Brasil. “Rondônia é o quarto maior produtor de cacau do Brasil e, sediar um evento como este potencializa a visibilidade da produção rondoniense no Brasil, fortalecendo o mercado, abrindo mais portas para o produtor do nosso estado”.

    Nos últimos anos, os produtores rondonienses tem conquistado o pódio do Concurso Nacional de Qualidade do Cacau. A produtora Decoclide, da cidade de Jaru, já foi campeã em duas edições, já o produtor Mauro Celso, de Buritis, soma três prêmios na competição.

    Em 2024, produtores de cacau de Rondônia conquistaram o 3º lugar na categoria Varietal e o 2º lugar na categoria Mistura do Concurso Nacional de Cacau Especial, em Belém (PA); em 2023, um produtor rural de Rondônia conquistou o 1º lugar no V Concurso Nacional de Qualidade do Cacau Especial do Brasil, em Ilhéus (BA).

    Esta é a primeira vez que Rondônia sedia o evento, o que fortalece a visibilidade do estado e consolida o setor cacaueiro como referência em qualidade e competitividade. A região também integra a rota nacional da produção de cacau, por meio de ações desenvolvidas pelo Ministério do Desenvolvimento e Integração Regional (MDIR), ampliando ainda mais as oportunidades para os produtores locais.

    FONTE: SECOM/RO

  • Greve dos caminhoneiros fracassa, sem registro de ações em rodovias

    Greve dos caminhoneiros fracassa, sem registro de ações em rodovias

    Movimento anunciado por Chicão Caminhoneiro para esta quarta-feira (4) não teve adesão; entidades da categoria divulgaram notas contra a mobilização

    A paralisação de caminhoneiros anunciada para esta quinta-feira (4) não registrou nenhum protesto nas rodovias brasileiras, segundo monitoramento da Polícia Rodoviária (PRF).

    ato havia sido convocado pelo representante da União Brasileira dos Caminhoneiros, Chicão Caminhoneiro, após ida ao Palácio do Planalto, na terça-feira (2), para protocolar uma ação relacionada à paralisação.

    Ele foi acompanhado do desembargador aposentado Sebastião Coelho, que vem incentivando o movimento.

    “A gente tomou a decisão de iniciar esse processo chamando os irmãos caminhoneiros para estarem conosco, trabalhando e buscando nossos objetivos. Queremos que as leis da categoria finalmente sejam respeitadas”, afirmou Coelho.

    Entre as reivindicações do setor estão a estabilidade contratual do caminhoneiro, a garantia do cumprimento das leis, a reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e a aposentadoria especial de 25 anos de trabalho comprovada com recolhimento ou documento fiscal emitido.

    Até o momento, não houve qualquer ação de bloqueio ou protesto registrado pela PRF nas rodovias que cortam o Brasil. O SBT News segue em contato com o órgão.

    Categoria se dividiu e mobilização não ganhou apoio

    Apesar do anúncio de paralisação, entidades importantes do setor não aderiram ao movimento.

    Conftac

    A Confederação dos Transportadores Autônomos de Cargas (Conftac) divulgou nota oficial negando participação em qualquer articulação de greve e reforçando que decisões sobre o setor são tomadas somente no Fórum Nacional do Transporte.

    “Nem a entidade, nem suas federações ou sindicatos filiados participaram de qualquer reunião sobre paralisação no dia 4 de dezembro. Todas as decisões institucionais são construídas exclusivamente no âmbito do Fórum Nacional do Transporte”, informou em nota.

    Abrava

    O presidente da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), Wallace Landin, conhecido como Chorão Caminhoneiro, também se manifestou contra o movimento.

    Ele afirmou que a paralisação estaria utilizando pautas do transporte para “maquiar uma manifestação política”, criticando a tentativa de vincular a categoria ao ato.

    CNTTL

    A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), afirmou que não apoia a paralisação, dizendo que não participou de qualquer reunião para a organização do movimento.

    A entidade ressaltou ainda que a paralisação tem intuito político, visando pedir anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

    Até a tarde desta quinta-feira (4), Chicão Caminhoneiro não havia comentado a ausência de mobilização nas estradas.

    FONTE: SBT NEWS

  • FBI prende suspeito de plantar bombas na véspera do 6 de janeiro no Capitólio

    FBI prende suspeito de plantar bombas na véspera do 6 de janeiro no Capitólio

    Recompensa pelo suspeito era de US$ 500.000; bombas foram encontradas em Washington no mesmo dia da invasão ao Congresso norte-americano

    Autoridades dos Estados Unidos prenderam um homem suspeito de plantar bombas caseiras em Washington na noite anterior ao ataque ao Capitólio de 6 de janeiro de 2021 por partidários do presidente Donald Trump.

    O FBI havia divulgado um vídeo de vigilância, ofereceu uma recompensa de US$ 500.000 e recebeu centenas de dicas em uma busca de anos pelo suspeito que acreditava estar envolvido no incidente ocorrido há quase cinco anos.

    A filmagem, de 5 de janeiro de 2021, mostra uma pessoa posicionando uma bomba perto de um banco fora do prédio do Comitê Nacional Democrata. O suspeito colocou outro explosivo na sede do Comitê Republicano. Os dois locais ficam perto do Capitólio.

    O suspeito é Brian Cole Jr., de Woodbridge, Virgínia. O homem de 30 anos mora com os pais e trabalha em uma empresa de fianças.

    Espera-se que o suspeito compareça ao tribunal em Washington, de acordo com uma fonte informada sobre o assunto.

    Bombas desativadas

    As bombas foram descobertas no mesmo dia em que partidários de Trump invadiram o Congresso em uma tentativa de impedir a certificação da vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais de 2020.

    A polícia desativou as bombas e nenhuma delas explodiu.

    Em 6 de janeiro de 2021 no Capitólio, manifestantes ultrapassaram barricadas da polícia, agredindo cerca de 140 policiais e causando mais de US$ 2,8 milhões em danos.

    Trump perdoou quase todos os acusados criminalmente por participarem do tumulto, cerca de 1.500 pessoas, quando retornou ao cargo em janeiro deste ano.

    FONTE> SBT NEWS

  • Governo Trump pede saída imediata de cidadãos americanos da Venezuela

    Governo Trump pede saída imediata de cidadãos americanos da Venezuela

    Departamento de Estado dos EUA cita risco de detenção ilegal, terrorismo e sequestro; anúncio acontece em meio à tensão entre Nicolás Maduro e Donald Trump

    O governo dos Estados Unidos atualizou nesta quarta-feira (3) as orientações de segurança para viagens à Venezuela, em meio ao agravamento da crise diplomática entre os dois países. O Departamento de Estado reforçou o alerta máximo e recomendou que todos os cidadãos americanos deixem o território venezuelano “imediatamente”.

    Segundo o governo Trump, a Venezuela apresenta “alto risco de detenção ilegal, tortura, terrorismo, sequestro, aplicação arbitrária da lei, criminalidade generalizada, agitação civil e infraestrutura de saúde precária”.

    No comunicado, Departamento de Estado alerta para alto risco de detenção ilegal, tortura, terrorismo e sequestro | Foto: reprodução/Departamento de Estado dos EUA

    Escalada militar

    A relação entre Washington e Caracas se deteriorou ainda mais desde setembro, quando os EUA iniciaram uma operação naval antidrogas no Caribe e no Pacífico, próxima às costas da Venezuela e da Colômbia. A Casa Branca acusa cartéis da região de usar rotas marítimas para enviar drogas ao território norte-americano.

    Na semana passada, o governo Trump incluiu oficialmente o Cartel de Los Soles em sua lista de organizações terroristas. Nicolás Maduro rejeita a acusação e nega tanto a existência quanto qualquer vínculo com o grupo.

    Além da designação como entidade terrorista, os EUA já haviam anunciado uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à captura de Maduro. A presença militar americana na região também foi ampliada, com o envio de oito navios de guerra, caças F-35 e o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior e mais avançado do mundo.

    No sábado (29), Trump afirmou que as companhias aéreas deveriam tratar o espaço aéreo venezuelano como “totalmente fechado”, reforçando o isolamento do país em meio à escalada de tensões.

    Com o alerta elevado, diversas companhias aéreas anunciaram a suspensão de voos de e para o país, entre elas Iberia, TAP, Avianca, Latam Colombia, Turkish Airlines e Gol.

    FONTE: SBT NEWS

  • Ministro Gilmar Mendes nega pedido da AGU para reconsiderar liminar sobre Lei do Impeachment

    Ministro Gilmar Mendes nega pedido da AGU para reconsiderar liminar sobre Lei do Impeachment

    Para o ministro, o ‘ordenamento jurídico não contempla’ solicitações desta natureza

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta quinta-feira (4), não acatar o pedido da Advocacia-Geral da União sobre a possibilidade de reconsiderar a liminar que altera a Lei nº1.079/1950, que versa sobre o rito processual dos impeachments.

    O decano justificou a decisão pois, segundo ele, o “ordenamento jurídico brasileiro não contempla o chamado pedido de reconsideração”.

    Na quarta-feira, o ministro, afirmou que a natureza da liminar é o fato de que alguns artigos da legislação são incompatíveis com a Constituição Federal e necessitam de atualização.

    “Se trata de aplicar a Constituição. E é isso que nós estamos fazendo. Estamos fazendo, tendo em vista que a lei, de alguma forma, já caducou. Ela é de 1950, feita para regulamentar o impeachment no processo da Constituição de 1946. Ela já passou por várias constituições e agora se coloca a sua discussão face à Constituição de 1988”, afirmou.

    De acordo com o texto em vigor, qualquer cidadão pode propor a abertura de processo por crime de responsabilidade. O decano, porém, decidiu suspender este trecho da legislação, por meio da liminar que permite que apenas a Procuradoria-Geral da República proponha processos desta natureza contra ministros do STF.

    O texto editado pelo ministro não foi bem aceito pelo Congresso Nacional e gerou manifestações contrárias por parte de deputados e senadores, que afirmam temer que a Corte se torne um reduto de decisões monocráticas. Em meio à crise entre o Parlamento e o Judiciário, o advogado-geral da União, Jorge Messias, que está em campanha no Senado pela sua aprovação para uma vaga no STF, solicitou que Mendes reconsiderasse o conteúdo da liminar, o que lhe foi negado.

    A resposta do Legislativo ao Tribunal foi dada, já nesta quinta. A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou e encaminhou para análise do Senado o texto que limita as decisões monocráticas do STF. A manobra é considerada uma resposta à atitude de Gilmar Mendes.

    FONTE: SBT NEWS

  • Exame toxicológico será obrigatório para motoristas de categorias A e B

    Exame toxicológico será obrigatório para motoristas de categorias A e B

    Obrigatoriedade se deu por derrubada de veto durante apreciação da LDO

    O Congresso Nacional manteve na íntegra três vetos presidenciais e derrubou apenas um após acordo entre governo e oposição nesta quinta-feira (4). Em um quinto veto analisado, deputados e senadores mantiveram um e rejeitaram três dos dispositivos vetados.  

    Os vetos foram incluídos como extra pauta durante sessão marcada exclusivamente para apreciar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.

    Ao rejeitar um dos vetos, o Parlamento estabeleceu a obrigatoriedade de exame toxicológico para primeira habilitação dos motoristas das categorias A e B da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    As categorias A e B são destinadas para motoristas de carros, vans e motos de passeio. Até então, o exame toxicológico era exigido apenas para os motoristas das categorias C e D, que são aqueles que fazem transporte de carga ou de passageiros.

    Com a derrubada deste veto, todos os tipos de motorista devem apresentar exame toxicológico negativo para adquirir a primeira CNH. No caso dos motoristas das categorias C e D, o exame é exigido ainda na renovação da habilitação.

    O veto derrubado foi aplicado na sanção da Lei 15.153 de 2025 que destina o uso de multas de trânsito para financiar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de pessoas de baixa renda inscritas no Cadastro Único do governo federal.

    Pessoas com deficiência

    Um dos vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantidos pelo Parlamento foi o que barrou o dispositivo que limitava a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) apenas nos casos de deficiência consideradas moderadas ou graves. O BPC é pago aos idosos de baixa renda ou pessoas com deficiência em situação de pobreza.

    Com a manutenção do veto, fica permitida a concessão do BPC também para pessoas com deficiência considerada leve. O veto foi o referente à Lei 15.077 de 2024, que altera normas ligadas a assistência social, previdência e programas de transferência de renda.

    Pedófilos e predadores sexuais

    Também por acordo, foi mantido o veto do Executivo que derrubou o dispositivo que previa que os dados dos condenados no Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais ficariam disponíveis para consulta pública por 10 anos após o cumprimento da pena.

    Com a manutenção do veto, a lista dos condenados por crimes sexuais fica aberta enquanto durar o cumprimento da pena. O veto mantido é referente à Lei 15.035.

    Embrapa

    Também por acordo, foi rejeitado o veto presidencial integral ao projeto de lei que isentava a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do pagamento de taxas e contribuições cobradas pelos órgãos reguladores em pedidos feitos pela estatal.

    O governo alegou no veto que a medida previa benefício tributário sem apresentar medidas compensatória de impacto orçamentário, afetando o equilíbrio financeiro das entidades reguladoras.  

    Por outro lado, os defensores do projeto defendem que a medida facilita inovação no setor agropecuário ao reduzir os custos da Embrapa. Com a derrubada do veto, a isenção do pagamento de taxas será sancionada como Lei. 

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • Congresso Nacional aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026

    Congresso Nacional aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026

    Proposta prevê superávit de R$ 34,3 bilhões, flexibilização da meta fiscal e calendário obrigatório para pagamento de emendas em ano eleitoral

    O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (4), em votação simbólica, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 (PLN 2/25). A medida segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    A LDO funciona como um “guia” para o Orçamento: estabelece metas fiscais, critérios para gastos públicos e orientações para a distribuição de recursos.

    Na prática, ela antecede e estrutura a Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha quanto o governo poderá gastar e como os recursos serão distribuídos no próximo ano.

    A proposta aprovada nesta quinta se trata do parecer validado na quarta-feira (3) pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), elaborado pelo relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB).

    Entre os principais pontos está um novo calendário para pagamento de emendas parlamentares em 2026, ano eleitoral.

    Segundo o texto, 65% das emendas individuais e de bancada, destinadas aos fundos de saúde e de assistência social, além das transferências especiais, as chamadas emendas Pix, deverão ser pagas até o fim do primeiro semestre de 2026.

    O governo inicialmente resistia à obrigatoriedade, mas cedeu diante da insatisfação de parlamentares com o ritmo lento de execução das emendas em 2025.

    Segundo o relator, a medida busca garantir previsibilidade para parlamentares e evitar atrasos na liberação de recursos em função das restrições impostas pela legislação eleitoral.

    No campo fiscal, a LDO prevê uma meta de superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026, equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).

    O texto também permite que o governo utilize o limite inferior dessa meta, com uma margem de 0,25 ponto percentual para baixo na hora de definir a limitação de gastos, garantindo maior flexibilidade na gestão fiscal.

    Durante a votação, o Congresso também manteve a correção do Fundo Partidário a partir do valor autorizado no Orçamento de 2016. A mudança, aprovada inicialmente na CMO, foi alvo de destaque apresentado pelo partido Novo no plenário, mas a medida foi rejeitada.

    Com isso, fica mantida a regra que permite reajuste anual de até 2,5% acima da inflação (IPCA), conforme o arcabouço fiscal.

    O texto aprovado também estabelece a retirada de até R$ 10 bilhões do cálculo da meta fiscal para cobrir despesas com planos de reestruturação de estatais.

    A medida atende a um pedido do governo e deve facilitar o socorro a empresas com dificuldades financeiras, como os Correios.

    Ela foi possível porque o relator incluiu uma emenda permitindo que esses recursos fiquem fora do limite do Programa de Dispêndios Globais, o que dá margem para a empresa regularizar pagamentos e quitar dívidas.

    FONTE: SBT NEWS

  • Caminhoneiros convocam paralisação geral em todo Brasil nesta quinta

    Caminhoneiros convocam paralisação geral em todo Brasil nesta quinta

    A paralisação tem como objetivo melhorias para a classe, como reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas.

    O representante da União Brasileira dos Caminhoneiros, Francisco Dalmora Burgardt, conhecido como Chicão Caminhoneiro, entregou no Palácio do Planalto, em Brasília, na terçafeira (2), um documento sobre a convocação de uma paralisação nacional da categoria, que deve acontecer nesta quinta-feira (4). A entrega foi acompanhada pelo desembargador aposentado Sebastião Coelho.

    Francisco comentou que a proposta de mobilização foi elaborada de forma coletiva. Segundo ele, o plano, feito “a várias mãos”, expressa a união da categoria. A ação tem como objetivo melhorias para a classe, como reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas, estabilidade contratual da categoria e aposentadoria especial.

    Ele também rejeitou qualquer vínculo político com o protesto e orientou os profissionais do transporte a seguir as normas durante a mobilização.

    No vídeo divulgado, reforçou que “não podemos impedir o direito de ir e vir das pessoas, temos que respeitar toda a legislação que é imposta à categoria no sentido de permitir o livre trânsito das pessoas”.

    Sebastião Coelho, que acompanhou o protocolo do projeto na Presidência, declarou que está oferecendo suporte jurídico à iniciativa. Ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Coelho havia convocado, dias antes, manifestações em defesa da anistia do ex-chefe do Executivo, preso na sede da Polícia Federal (PF). Em suas redes sociais, ele publicou orientações sobre como a paralisação deveria ser conduzida e afirmou que esse seria “o caminho que restou”.

    Nas publicações, o desembargador reiterou a motivação do ato: “Nós já fizemos tudo o que estava ao nosso alcance até aqui, sem qualquer resultado. E qual é o objetivo? A anistia. Anistia ampla, geral e irrestrita para todos do 8 de Janeiro e para o presidente Bolsonaro, que representa todos. Qual é o destinatário dessa paralisação? O Congresso Nacional, que está de costas para o povo brasileiro”, afirmou.

    FONTE: GAZETA DO POVO

  • Deputada Sílvia Cristina reforça que produtores rurais precisam ser respeitados, durante encontro com presidente do STF

    Deputada Sílvia Cristina reforça que produtores rurais precisam ser respeitados, durante encontro com presidente do STF

    Ela e outros parlamentares se reuniram com o ministro Edson Fachin, solicitando que o STF suspenda a decisão de retirar famílias de áreas documentadas.

    A deputada federal Sílvia Cristina participou na noite desta quarta-feira (3), em Brasília, de uma reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, junto com outros parlamentares, tratando da retirada de produtores rurais de áreas tituladas e documentadas em Rondônia.

    “Mostramos ao ministro que os produtores rurais estão sendo injustiçados e que a decisão de retirar as famílias de suas áreas tituladas pelo Incra e documentadas, causa insegurança jurídica e causa prejuízos a trabalhadores honestos, que dedicaram suas vidas à produção no campo”, disse a deputada.

    Do encontro, participaram os senadores Damares Alves, Confúcio Moura e Marcos Rogério, além do deputado federal Lúcio Mosquini. O produtor rural Marcelo Lucas também participou, a convite da deputada Sílvia. “Deixamos claro ao ministro que os produtores rurais  não são invasores, pelo contrário, são trabalhadores documentados e que deveriam ser amparados pela lei e pelo Estado brasileiro. Mas, infelizmente, muitos deles estão sendo tratados de forma desrespeitosa”.

    O ministro Edson Fachin se mostrou sensível ao nosso pleito e essa reunião pode mudar os rumos da retirada de famílias de suas áreas. Hoje, em regiões como Alvorada do Oeste e o distrito de Tarilândia, entre outras, produtores rurais estão aterrorizados. Muitos já foram retirados de suas áreas e outros estão com ameaça de retirada, o que é inaceitável e esperamos que não ocorram mais retiradas”, completou a deputada.

    Casa Civil

    Mais cedo, acompanhada do produtor rural Marcelo Lucas, Sílvia Cristina esteve na Casa Civil do Governo Federal, se reunindo com a secretária adjunta de articulação, Janini Ginani, para também tratar da questão da retirada de produtores rurais de áreas documentadas em Rondônia.

    “A representante da Casa Civil nos informou que os produtores não sofrerão mais injustiças e que o Governo, através do Incra e da Funai, articulam um acordo que ponha fim ao impasse, já que existe uma sobreposição de áreas pelos dois órgãos, já reconhecida. Esperamos avançar e por fim a essa inquietação que aflige famílias do campo em Rondônia”, finalizou Sílvia.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  CÂMARA DOS DEPUTADOS

  • Deputada Ieda Chaves acompanha debates sobre IA e clima na Unale

    Deputada Ieda Chaves acompanha debates sobre IA e clima na Unale

    A participação de Ieda Chaves reforça discussões sobre inovação, educação e integração regional.

    A deputada estadual Ieda Chaves cumpre agenda na 28ª Conferência da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais, realizada em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O evento reúne cerca de 1.500 participantes do Brasil e do exterior e tem como tema central os impactos da inteligência artificial e das emergências climáticas sobre os Legislativos estaduais.

    Para a parlamentar, estar no maior encontro legislativo da América Latina representa uma oportunidade de aprendizado e diálogo. A conferência segue até esta sexta-feira (5) e reúne especialistas, autoridades e representantes de diversas regiões. Segundo Ieda Chaves, o principal foco do dia esteve voltado à educação, área em que atua como presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Rondônia.

    A deputada participou de discussões sobre inovação, desafios regionais e projetos que podem fortalecer as políticas educacionais no estado. Ela destacou que o debate qualificado favorece a construção de soluções voltadas ao contexto amazônico e às realidades escolares da região.

    Na quarta-feira (3), Ieda Chaves também integrou a votação que definiu o novo presidente do Parlamento Amazônico. O deputado acreano Afonso Fernandes, do Solidariedade, assumirá a liderança no biênio 2026/2027, com a missão de ampliar a integração política e institucional entre os estados da Amazônia.

    A parlamentar ressaltou que a troca de experiências ao longo do dia contribuiu para o fortalecimento de iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional. Segundo ela, a agenda segue intensa, com novos encontros previstos até o encerramento da conferência.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE/RO DECOM