Categoria: Últimas Notícias

  • Ação conjunta apreende arma de fogo e motocicleta em unidade de conservação em Machadinho d’Oeste

    Ação conjunta apreende arma de fogo e motocicleta em unidade de conservação em Machadinho d’Oeste

    Machadinho d’Oeste (RO) – A Polícia Militar do Estado de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), realizou a apreensão de arma de fogo e outros materiais durante fiscalização na Reserva Extrativista Angelim, no município.

    A ação ocorreu no dia 25 de abril de 2026, no interior da unidade de conservação. Durante o patrulhamento, a equipe visualizou um indivíduo que, ao perceber a presença policial, abandonou uma motocicleta e evadiu-se para a área de mata portando uma arma de fogo.

    Diante da situação, foi realizada incursão no local, sendo localizada e apreendida uma espingarda, além de cartucho e uma motocicleta abandonada. O suspeito não foi localizado, mesmo após buscas na região.

    Os materiais apreendidos foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Machadinho d’Oeste para as providências cabíveis.

    A ação reforça a atuação integrada dos órgãos ambientais e de segurança pública na fiscalização de unidades de conservação, contribuindo para a proteção da fauna, preservação dos recursos naturais e manutenção da ordem pública.

    Fonte: Polícia Militar de Rondônia

  • CMN libera linha de capital de giro a cooperativas de leite no Pronaf

    CMN libera linha de capital de giro a cooperativas de leite no Pronaf

    As cooperativas da agricultura familiar que tenham como atividade principal a produção e o processamento de leite terão acesso temporário a uma linha de crédito para capital de giro. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nessa quinta-feira (23) a inclusão de cooperativas do segmento em dificuldades financeiras na modalidade de agroindústria do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

    Na prática, essas cooperativas poderão contratar empréstimos para capital de giro até 30 de junho. Esse dinheiro é usado para manter as atividades do dia a dia, como comprar leite dos produtores, processar os produtos e manter a operação funcionando.

    Em nota, o Ministério da Fazenda explicou que a decisão busca apoiar cooperativas que enfrentam dificuldades financeiras no curto prazo, garantindo que continuem operando normalmente. Sem esse apoio, poderia haver atraso nos pagamentos aos produtores, redução da produção e até perda de empregos locais.

    Segundo a pasta, essas cooperativas são fundamentais porque:

    • Compram a produção de pequenos agricultores;

    • Processam alimentos, como leite e derivados;

    • Garantem renda para famílias no campo.

    Quem pode acessar o crédito

    • A linha é voltada para cooperativas que participam do Pronaf Agroindústria e que comprovem dificuldades para pagar dívidas de curto prazo em 2026.

    • Além disso, elas precisam estar inscritas em programas do governo voltados à gestão e fortalecimento da agricultura familiar, como iniciativas do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

    • Os valores podem ser contratados em um ou mais bancos.

    Como funciona o financiamento

    A medida estabelece condições específicas para os empréstimos:

    • Prazo total: até 6 anos para pagamento;

    • Carência: até 1 ano para começar a pagar o principal;

    • Juros: 8% ao ano;

    • Limite por cooperativa: até R$ 40 milhões;

    • Limite por cooperado: até R$ 90 mil.

    Até quando vale

    A autorização para contratar esse tipo de crédito vale até 30 de junho de 2026.

    O que muda na prática

    Com mais acesso a crédito, a expectativa do governo é:

    • Manter a compra da produção dos agricultores;

    • Evitar interrupções nas atividades das cooperativas;

    • Garantir renda para famílias rurais;

    • Preservar empregos no interior;

    • Manter o abastecimento de alimentos.

    A medida, informou a Fazenda, funciona como reforço de caixa emergencial, ajudando o setor a atravessar um período de dificuldades sem interromper a produção.

    Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

  • Mega-Sena, concurso 2.999: prêmio acumula e vai a R$ 100 milhões

    O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (23), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 100 milhões.

    Veja os números sorteados: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58

    • 5 acertos – 111 apostas ganhadoras: R$ 28.755,27
    • 4 acertos – 5.741 apostas ganhadoras: R$ 916,43

    O próximo sorteio da Mega será no sábado (25).

    Fonte: g1
    Foto: Reprodução / Caixa

  • Com queda do dólar, gastos de brasileiros no exterior batem recorde no 1º trimestre

    Com queda do dólar, gastos de brasileiros no exterior batem recorde no 1º trimestre

    Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 6,04 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira (24).

    Isso representa um crescimento de 21,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somaram US$ 4,96 bilhões.
    Esse também é o maior valor para os três primeiros meses de um ano desde o início da série histórica do BC, em 1995.
    Somente em março, as despesas lá fora totalizaram US$ 1,99 bilhão, valor que é recorde para o mês.

    • O aumento de gastos no exterior acontece em um momento de queda na cotação da moeda norte-americana, o que barateia as viagens para outros países.

    Passagens, despesas com hotéis e gastos com produtos e serviços no exterior, por exemplo, são influenciados ou cotados em moeda estrangeira. Com isso, quando o dólar está mais baixo, os brasileiros acabam tendo gastos menores com esses itens.

    Nesta quinta (23), o dólar fechou em alta de 0,58%, cotado a R$ 5. Mesmo assim, no ano, o recuo acumulado foi de 8,85%.

    A queda do dólar acontece em meio à guerra no Oriente Médio. A percepção do mercado é de que o Brasil, por ser um exportador de petróleo, se encontra em situação melhor do que outras economias e que a venda do produto contribui para o ingresso de divisas no país (valorizando o real).

    Ao mesmo tempo, a economia brasileira segue registrando crescimento, apesar da desaceleração. A atividade econômica é outro fator que costuma influenciar os gastos lá fora.

    Contas externas
    Ainda de acordo com o BC, o déficit das contas externas brasileiras recuou 10,76% no primeiro trimestre deste ano.

    •  O termo déficit indica que as despesas foram maiores do que as receitas no período.

    Segundo a instituição, a conta de transações correntes registrou saldo negativo de US$ 20,27 bilhões nos três primeiros meses deste ano, em comparação com um rombo de US$ 22,71 bilhões no mesmo período do ano passado.

    O resultado em transações correntes, um dos principais indicadores sobre o setor externo do país, é formado por:

    • balança comercial: que é o comércio de produtos entre o Brasil e outros países;
    • serviços: adquiridos por brasileiros no exterior; e
    • rendas: remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior.

    O Banco Central costuma explicar que o tamanho do rombo das contas externas está relacionado com o crescimento da economia.

    Quando cresce, o país demanda mais produtos do exterior e realiza mais gastos com serviços também. Com a desaceleração da economia, o déficit tende a diminuir.

    Investimentos diretos caem
    O BC também informou que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira registraram pequeno recuo no primeiro trimestre de 2026.

    Os estrangeiros trouxeram US$ 21,03 bilhões em investimentos entre janeiro e março de 2026, contra US$ 23,04 bilhões no mesmo período do ano passado.

    Mesmo com a queda, foram suficientes para financiar o déficit em transações correntes registrado nos dois primeiros meses deste ano.

    Fonte: Por Alexandro Martello, G1

  • Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber 13º nesta sexta

    Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber 13º nesta sexta

    Cerca de 23,3 milhões dos 35,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta sexta-feira (24) a primeira parcela da antecipação do décimo terceiro.

    Com a previsão de injetar R$ 78,2 bilhões na economia, o pagamento começa para quem ganha um salário mínimo. Os 11,9 milhões restantes, que ganham além do mínimo, começam a receber a antecipação do décimo terceiro em 2 de maio.

    O benefício extra será pago em duas parcelas. A primeira será paga nesta sexta até 8 de maio. A segunda vai de 25 de maio a 8 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo.

    O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no fim de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este será o sétimos ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024 e 2025, em abril e maio.

    A consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss. Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

    Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar antecipação do 13º salário. Foto: INSS/Divulgação

    Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 23,3 milhões de pessoas, cerca de 66,2% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário-mínimo por mês (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 13,7 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.475,55.

    A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente.

    O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário.

    Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

     

  • Apostas não financeiras em plataformas de previsões são proibidas

    Apostas não financeiras em plataformas de previsões são proibidas

    A partir do início de maio, apostas sobre temas como esportes, política e entretenimento passam a ser proibidas em plataformas de mercado de previsões no Brasil. A medida, aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), busca fechar uma brecha regulatória e definir regras mais claras para esse tipo de atividade.

    Na prática, só continuarão permitidos contratos ligados a temas econômicos e financeiros, como inflação, juros ou preço de commodities, que são os bens primários com cotação internacional.

    As novas regras constam da Resolução do CMN 5.298, aprovada na noite de quinta-feira (23) pelo órgão, mas divulgada somente nesta sexta-feira (23).

    O que é o mercado preditivo?

    O mercado preditivo funciona como uma espécie de “bolsa de apostas” sobre eventos futuros. Nele, as pessoas compram e vendem contratos baseados em perguntas simples como “Vai acontecer ou não?”

    Se o evento acontecer, quem apostou ganha dinheiro. Se não acontecer, perde.

    A diferença em relação às apostas tradicionais é que:

    Nas bets, a empresa define as regras e paga os prêmios;
    Nos mercados preditivos, os próprios usuários negociam entre si.
    Esses contratos são tratados como derivativos, tipo de investimento que depende do valor futuro de algo.
    O que passa a ser proibido?

    Com a nova regra, ficam proibidos no Brasil contratos ligados a:

    Resultados de jogos esportivos
    Eleições e temas políticos
    Reality shows e entretenimento
    Eventos sociais ou culturais
    Na prática, boa parte do que fazia sucesso nessas plataformas deixa de ser permitido. A proibição vale inclusive para plataformas estrangeiras que ofereçam esses produtos a brasileiros.

    O que continua liberado?

    Ainda será possível negociar contratos ligados a variáveis econômicas, como:

    Taxa de juros;
    Inflação;
    Câmbio;
    Preço de petróleo ou outras commodities.
    Esses casos continuam sob supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula o mercado financeiro.

    Por que o governo tomou essa decisão?

    O principal motivo é que o governo passou a entender que apostas sobre eventos não-financeiros funcionam, na prática, como jogos de azar, não como investimentos.

    Dessa forma, apostas em eventos não financeiros só podem ser feitas por meio de bets, que exigem:

    Licença do Ministério da Fazenda;
    Pagamento de taxas;
    Regras de proteção ao jogador.
    Sem esses requisitos, as plataformas de mercado preditivo eram vistas como concorrência irregular às bets.

    O que muda para o setor?

    A decisão reduz drasticamente o espaço de atuação de empresas de mercado preditivo no Brasil, como plataformas internacionais que ofereciam apostas sobre eleições ou eventos globais.

    Por outro lado, o governo tenta:

    • Evitar riscos para investidores;
    • Reduzir especulação excessiva;
    • Organizar um setor que crescia sem regras claras.
    • A regulamentação complementar será feita pela CVM, que também ficará responsável por fiscalizar o cumprimento das novas normas.

    Quando passa a valer?

    As novas regras entram em vigor em 4 de maio e fazem parte de um movimento mais amplo do governo para organizar o mercado de apostas e produtos financeiros no país.

    Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

  • Bancos apoiam novas regras do FGC após decisão do CMN

    Bancos apoiam novas regras do FGC após decisão do CMN

    A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) avaliou de forma positiva o endurecimento das regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), destacando que as medidas chegam em momento “oportuno” para reduzir riscos e preservar a estabilidade do setor.

    Segundo a entidade, as mudanças aprimoram tanto a gestão de liquidez dos bancos quanto os mecanismos ligados ao FGC, considerado uma peça central na proteção de investidores. A avaliação é de que a decisão acompanha a evolução recente do mercado e fortalece a regulação financeira no país.

    “Além de positiva, a iniciativa é oportuna e tempestiva para responder à evolução recente do mercado, no que tange à mitigação de riscos e à preservação da estabilidade financeira”, destacou a entidade em nota.

    Na avaliação da ABBC, o conjunto de medidas reforça a solidez do sistema financeiro brasileiro ao equilibrar dois objetivos: proteger investidores e evitar que problemas isolados em instituições específicas se transformem em crises mais amplas.

    Aperto
    Em reunião nesta quinta-feira (23), o CMN aprovou um pacote de medidas que busca evitar que bancos assumam riscos excessivos ao captar recursos com garantia do FGC, fundo que funciona como uma espécie de “seguro” para aplicações como CDBs, cobrindo até R$ 250 mil por CPF ou empresa em caso de quebra de uma instituição, limitado a R$ 1 milhão a cada quatro anos.

    Um dos principais pontos da mudança é a criação de um novo indicador, chamado Ativo de Referência (AR). Esse mecanismo mede a qualidade e a liquidez dos ativos que um banco possui, a capacidade de transformar investimentos em dinheiro rapidamente.

    Com a nova regra, instituições que captarem muitos recursos com proteção do FGC, mas tiverem ativos considerados de maior risco ou de difícil venda, serão obrigadas a aplicar parte desse dinheiro em títulos públicos federais, que são mais seguros. A intenção é limitar o uso excessivo da garantia do fundo e desestimular estratégias agressivas de crescimento.

    Segundo a associação, a mudança atende a uma demanda antiga do setor, ao criar uma ligação direta entre o volume captado com garantia do FGC e a qualidade dos ativos dos bancos. Com isso, a tendência é reduzir práticas que envolvem captação elevada combinada com investimentos de baixa liquidez e pouca transparência.

    “Como resultado, a medida contribui para restringir o uso excessivo da garantia do FGC e desestimular estratégias baseadas em crescimento acelerado, especialmente quando associadas a ativos de maior risco e menor transparência”, ressaltou a nota da ABBC.

    As medidas também reforçam o combate ao chamado “risco moral”, quando instituições assumem mais riscos por saberem que contam com algum tipo de proteção, como a cobertura do FGC.

    Exigências
    Além das mudanças no FGC, o CMN também ampliou as exigências de liquidez dos bancos, alinhando o Brasil a padrões internacionais como o acordo de Basileia 3. O principal indicador, conhecido como Razão de Cobertura de Liquidez (LCR, na sigla em inglês), mede se a instituição tem recursos suficientes para enfrentar um cenário de estresse por 30 dias.

    Agora, essa exigência passa a valer também para bancos de médio porte, enquanto instituições menores terão uma versão simplificada, chamada LCRS. Segundo a ABBC, a implementação gradual das regras é importante para permitir a adaptação dos sistemas e processos internos das instituições.

    O cronograma prevê que, em 2027, os bancos cumpram inicialmente 90% das exigências, chegando a 100% na etapa final.

    O aperto regulatório ocorre após episódios recentes de instabilidade no sistema financeiro, como o colapso do Banco Master, liquidado pelo Banco Central do Brasil. O caso chamou atenção porque o banco oferecia rendimentos elevados para atrair investidores, mas mantinha grande parte dos recursos em ativos de baixa liquidez, o que dificultou honrar compromissos.

    Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

  • Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

    Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

    A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (24) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6.

    O valor mínimo do benefício corresponde a R$ 600, mas, com o novo adicional, o valor médio sobe para R$ 678,22.

    Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês, o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com investimento de R$ 12,8 bilhões.

    Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Pagamento unificado
    Beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento no último dia 16, independentemente do NIS. A medida apoiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes.

    Também foram incluídos moradores de cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).

    Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Regra de proteção
    Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.

    Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

    Fonte: Agência Brasil

  • MEC prorroga prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Enem

    MEC prorroga prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Enem

    O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo para o pedido de isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026. Inicialmente, os estudantes interessados deveriam solicitar o benefício até esta sexta-feira (24), mas agora o prazo segue aberto até o dia 30 deste mês.

    A solicitação deve ser feita na Página do Participante do Enem, por meio do login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

    A gratuidade na taxa de inscrição do Enem é prevista nos seguintes casos:

    • matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
    • estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que tenham
    • renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
    • pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
    • beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);

    A isenção não é automática, portanto os candidatos que se encaixam em um desses requisitos devem solicitar a dispensa do pagamento.

    Ausência em 2025
    O participante que obteve a isenção do pagamento da taxa no Enem de 2025, mas não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, deve justificar a ausência caso queira solicitar o benefício novamente em 2026.

    Entre os documentos previstos no edital para justificar a falta, estão o boletim de ocorrência policial para casos de assaltos ou acidente de trânsito; atestado médico; certidão de óbito de familiares, dentre outros. Confira as especificações para o envio no edital.

    A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.

    Resultado
    Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Inep em 8 de maio.

    Os solicitantes com pedidos de isenção negados poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.

    Ainda não foi divulgado o início do período de inscrição para as provas.

    O Enem
    O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.

    Fonte: Agência Brasil

  • Batalhão de Polícia Ambiental flagra descarte irregular de resíduos e autua responsáveis em Rolim de Moura

    A Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), flagrou a prática de descarte irregular de resíduos sólidos durante operação realizada no município. A ação foi desencadeada após denúncias indicando a realização de aterro irregular e o lançamento de resíduos em desacordo com a legislação ambiental. No local, a equipe constatou intensa movimentação de caminhões e a disposição inadequada de materiais como entulho, plásticos e papelão.

    Caminhão flagrado realizando descarte inadequado de entulho.

    Durante a fiscalização, também foram identificados indícios de degradação ambiental, incluindo odores característicos e possível formação de chorume, com risco de contaminação do solo e de recursos hídricos próximos.

    Com base nas evidências, foram autuadas quatro pessoas físicas e uma pessoa jurídica pela prática irregular, sendo adotadas as medidas administrativas e penais cabíveis.

    A ação resultou na interrupção da atividade irregular e reforça a atuação da Polícia Militar Ambiental no combate aos crimes ambientais e na preservação dos recursos naturais no Estado de Rondônia.

    A corporação destaca a importância da participação da população por meio de denúncias, fundamentais para o enfrentamento das irregularidades ambientais.

    Fonte: Polícia Militar de Rondônia