Categoria: Policia

  • Ex-diretor da PRF na Gestão Bolsonaro Silvinei Vasques é preso no Paraguai tentanto fugir para El Salvador

    Ex-diretor da PRF na Gestão Bolsonaro Silvinei Vasques é preso no Paraguai tentanto fugir para El Salvador

    Condenado pelo STF, Silvinei rompeu a tornozeleira eletrônica, deixou o Brasil sem autorização e foi detido no Aeroporto de Assunção ao tentar embarcar para El Salvador; autoridades brasileiras acionaram alertas de fronteira e a adidância no Paraguai.

    O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques foi preso na madrugada desta sexta-feira (26) no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai, ao tentar embarcar em um voo com destino a El Salvador.

    Procurado pelo blog, o diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, confirmou as informações.

    Vasques estava em Santa Catarina quando rompeu a tornozeleira eletrônica. Assim que isso aconteceu, as autoridades brasileiras avisaram os países vizinhos, como Colômbia, Paraguai, Argentina.

    Ao tentar embarcar, com documento falso, para El Salvador, Vasques foi abordado e preso pela polícia paraguaia, com cooperação da Polícia Federal brasileira.

    Atuação na PRF e condenações na Justiça

    Silvinei Vasques foi condenado neste mês pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 24 anos e 6 meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

    Segundo a decisão, ele integrou o chamado “núcleo 2” da organização criminosa e atuou para monitorar autoridades e impedir a votação de eleitores, especialmente no Nordeste, por meio de operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno.

    Antes disso, Vasques já havia sido condenado na Justiça Federal do Rio de Janeiro por uso político da estrutura da PRF durante a campanha eleitoral de 2022, em ação movida pelo Ministério Público Federal. A decisão reconheceu que ele utilizou símbolos, recursos e a visibilidade institucional da corporação para promover a candidatura do então presidente Jair Bolsonaro à reeleição, o que resultou em multa superior a R$ 500 mil, além de outras sanções cíveis.

    Vasques chegou a ser preso em 2023, mas foi solto posteriormente mediante medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

    Silvinei Vasques deixou cargo na Prefeitura de São José (SC) este mês

     

    Em janeiro de 2025, Silvinei Vasques foi nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação da Prefeitura de São José (SC), cidade da Grande Florianópolis, pelo prefeito Orvino Coelho de Ávila (PSD).

    Em dezembro de 2025, no mesmo dia em que foi condenado na trama golpista pelo STF, ele pediu exoneração do cargo.

    FONTE: G1.COM –  GLOBO NEWS –  GLOBO.COM

  • PF investiga deputados por desvio de cotas parlamentares

    PF investiga deputados por desvio de cotas parlamentares

    Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy são alvos da Operação Galho Fraco

    A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (19), a Operação Galho Fraco, para aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares.

    Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro.

    Um dos alvos é o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) que se manifestou sobre a operação no Instagram.

    “Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino [ministro do STF]. Perseguição implacável!”, escreveu.

    Segundo Jordy, a alegação é que ele teria desviado recursos de cota parlamentar para uma empresa de fachada com aluguel de carros. Trata-se da mesma empresa que ele disse que aluga carros desde seu primeiro mandato.

    “A mesma empresa que o deputado Sóstenes [Cavalcante, PL-RJ], que eu também acredito que está sendo alvo de busca e apreensão aluga desde o início do primeiro mandato dele”, afirmou Jordy na rede social.

    A reportagem procurou a assessoria do deputado Sóstenes, mas ainda não recebeu retorno sobre seu posicionamento.

    De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública.

    Segundo a PF, a ação é desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

  • MP/RO e Polícia Civil investigam suposto direcionamento de mídia envolvendo sites e agência de publicidade em Rondônia

    MP/RO e Polícia Civil investigam suposto direcionamento de mídia envolvendo sites e agência de publicidade em Rondônia

    O Ministério Público e a Polícia Civil de Rondônia instauraram procedimento investigatório para apurar possíveis irregularidades envolvendo proprietários de sites de notícias e uma agência de publicidade que atuam no estado. A apuração busca esclarecer denúncias de suposto direcionamento de mídia, vazamento de informações e eventual emissão de ordens para favorecimento de veículos de comunicação.

    De acordo com informações preliminares, documentos que integram o procedimento citam autorizações e relações comerciais envolvendo uma agência de publicidade e diversos portais de notícias com atuação em Rondônia. Esses documentos estão sendo analisados pelos órgãos de investigação para verificar se houve prática irregular ou direcionamento indevido de mídia.

    Entre os sites citados em documentos que estão sob análise, constam:
    A Notícia 24 Horas, Agência Rondônia, Alô Rondônia, Andreazza Notícias, Caderno Destaque, Coluna Espaço Aberto, Correio Continental, JN Correio do Vale, Espaço da Notícia, Expressão Rondônia, Flor do Mamoré, Impacto Rondônia, Informa na Hora, Na Hora Online, Na Mira do Povo, Nasa News RO, Noticioso Rondônia, O Liberal, O Madeira, O Observador, Pantaneiro Norte, Portal 364, Portal do Madeira, Portal Jogo Aberto, Portal Rondônia de Notícias, Primeiro Minuto, Repórter Rondônia, Revista Século, RO 24 HS, Rondônia 10, Rondônia 319, Rondoniativa, Rondônia Informa, Rondônia na Rede, Rondônia Virtual, Sempre no Ar, Tribuna Popular, Tudo Rondônia, Vilhena Notícias, Vilhena Online, Voz de Rondônia e Plantão Central.

    As autoridades destacam que a simples citação de nomes em documentos não implica culpa. A investigação ainda está em andamento e nem todos os envolvidos ou mencionados poderão ser responsabilizados. Apenas a conclusão das apurações do Ministério Público e da Polícia Civil poderá apontar se houve ou não irregularidades.

    Representantes da comunicação ressaltam que muitos profissionais e veículos atuam com ética, honestidade e compromisso com a verdade, e que não se pode generalizar ou criminalizar a imprensa. A investigação tem como objetivo separar eventuais práticas irregulares do trabalho sério exercido pela maioria dos comunicadores.

    O caso segue sob apuração, respeitando o devido processo legal e o princípio constitucional da presunção de inocência.

    FONTE: ALERTA RONDÔNIA

  • Operação da PF mira suspeitos de ataque hacker contra deputados que apoiaram PL Antiaborto

    Operação da PF mira suspeitos de ataque hacker contra deputados que apoiaram PL Antiaborto

    Projeto de lei que equipara interrupção da gestação após 22ª semana ao crime de homicídio não avançou na Câmara por causa da forte repercussão negativa

    A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (2) a operação Intolerans, mirando suspeitos de ataque hacker contra deputados que declararam apoio ao projeto de lei (PL) 1904/2024, conhecido como PL Antiaborto. Proposta que equipara interrupção da gestação após 22ª semana ao crime de homicídio, incluindo vítimas de estupro, não avançou na Câmara por causa da forte repercussão negativa nas ruas e nas redes sociais.

    Segundo a PF, força-tarefa de hoje serviu para “reprimir e esclarecer” ataques cibernéticos do tipo negação de serviço (DDoS), que tenta sobrecarregar um servidor ou site para torná-lo inutilizável.

    Agentes federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão contra suspeitos em Curitiba (PR) e São Paulo (SP), “com apoio de parceiros estrangeiros por meio de cooperação jurídica internacional”.

    Investigação identificou que diversas páginas de parlamentares foram alvos de uma ofensiva coordenada, “resultando em instabilidade e períodos de indisponibilidade, afetando a comunicação institucional e a atuação legislativa”. A PF não divulgou nomes de congressistas que tiveram sites atacados por hackers.

    O PL Antiaborto, de autoria de diversos deputados e deputadas, segue parado desde agosto do ano passado na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF), onde tinha previsão de ser debatido em audiência pública.

    O projeto prevê punição de 6 a 20 anos de reclusão em casos de aborto realizados após 22 semanas de gestação, incluindo gravidez resultante de estupro. Pena é a mesma para homicídio simples.

    FONTE: SBT NEWS

  • Megaoperação mira empresa de combustíveis que deve R$ 26 bi em impostos

    Megaoperação mira empresa de combustíveis que deve R$ 26 bi em impostos

    Ação policial cumpre mandados contra mais de 190 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, ligados à refinaria privada Refit em cinco estados e no DF

    O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (Cira-SP) deflagrou nesta quinta-feira (27) a megaoperação Poço de Lobato, mirando a refinaria privada Refit, empresa do setor de combustíveis apontada como maior devedora de impostos de SP e uma das maiores da União. Vários órgãos participaram da ação.

    Ao todo, 621 agentes públicos cumpriram mandados de busca e apreensão contra mais de 190 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, em cinco estados (Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro e SP) e no Distrito Federal. Prejuízos chegam a R$ 26 bilhões de débitos já inscritos na dívida ativa.

    Segundo o Ministério Público de SP (MPSP), o grupo empresarial alvo da operação é um dos maiores no setor de combustíveis e “ostenta a condição de maior devedor de ICMS do estado de São Paulo”. O MP afirmou que objetivo da ação policial é “desarticular um engenhoso esquema de fraude fiscal estruturada”, com suspeita de prática de “diversos crimes contra a ordem econômica e tributária, lavagem de dinheiro, dentre outras infrações”.

    “Diversas empresas ligadas ao grupo empresarial investigado se colocam como interpostas pessoas visando a afastar a responsabilidade pelo recolhimento de ICMS devido ao estado de São Paulo, o que foi detectado pela Secretaria da Fazenda”, descreveu o MPSP.

    Também em nota sem citar nominalmente alvos da operação, a Receita Federal disse que “o grupo investigado mantém relações financeiras com empresas e pessoas ligadas à operação Carbono Oculto” e que “figura como o maior devedor contumaz do país”.

    Em agosto, a operação Carbono Oculto, envolvendo diversos órgãos com agentes atuando em dez estados, visou um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, com participação de fundos de investimento e fintechs acusados de receberem recursos que têm ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

    Em setembro, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) interditou de forma cautelar a refinaria Refit, no Rio de Janeiro, após a identificação de inconformidades operacionais e suspeita de importação irregular de combustíveis. Em outubro, a agência reguladora anunciou a desinterdição parcial da refinaria, após a comprovação de atendimento de 10 das 11 condicionantes apontadas pela agência.

    Já neste mês, a Petrobras foi nomeada depositária e ficou responsável por buscar, tratar e armazenar cerca de 200 milhões de litros de produtos combustíveis apreendidos pela Receita Federal, pertencentes à Refit.

    Os volumes foram apreendidos em uma operação federal contra fraudes no setor de combustíveis, o que resultou na interdição da Refit, que abastecia cerca de 10% do mercado de combustíveis de São Paulo e 20% do Rio de Janeiro. No momento da apreensão, autoridades afirmaram que as cargas eram importadas.

    Esquema usava “instrumentos do mercado financeiro” para praticar fraudes

    De acordo com o MP paulista, suspeitos reincidiam no descumprimento fiscal e utilizavam empresas com vínculos societários e operacionais e simulavam operações interestaduais com combustíveis. “Mesmo com a imposição de diversos Regimes Especiais de Ofício pela secretaria, o grupo empresarial ignorava as obrigações fiscais e criava novas estratégias e mecanismos de fraude fiscal com o intuito de não recolher tributos e ofender a livre concorrência”, explicou.

    Ao identificar a empresa como “maior devedora contumaz de tributos do estado de São Paulo”, a Procuradoria-Geral de SP acionou o MPSP, que instaurou investigação criminal no âmbito do Cira-SP.

    “As investigações demonstram que os estratagemas de ocultação e blindagem dos reais beneficiários das fraudes foram praticados mediante a utilização de uma rede de colaboradores que, por meios de múltiplos expedientes fraudulentos, falsidades, camadas societárias e financeiras, garantem a gestão e a expansão do grupo empresarial sobre setores da cadeia de produção e distribuição de combustível”, disse o MPSP.

    Suspeitos montaram uma “complexa rede” para praticar fraudes, “especialmente através de holdings, offshores, instituições de pagamento e fundos de investimento”. O fluxo financeiro do grupo investigado é descrito pelo MP como “extremamente estruturado e sofisticado”, usando “instrumentos do mercado financeiro” para movimentar bilhões de reais por dezenas de fundos de investimento e instituições financeiras, “com apoio e participação direta de administradoras e gestoras desses fundos”.

    Além do sequestro de bens e valores, o Cira-SP, por meio da Procuradoria-Geral estadual, bloqueou imediatamente R$ 8,9 bilhões “contra todos os integrantes do grupo econômico”. Paralelamente, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional obteve na Justiça Federal a indisponibilidade de R$ 1,2 bilhão da mesma organização.

    “O Poço de Lobato foi primeiro poço de petróleo descoberto no Brasil, localizado no bairro de Lobato, em Salvador. Descoberto em 21 de janeiro de 1939, marcou o início da exploração de petróleo no país, apesar de não ter sido comercialmente viável à época”, explicou o MPSP, sobre nome da megaoperação.

    O Cira-SP, que liderou a operação Poço de Lobato, é formado pelo MPSP, pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de SP e da Procuradoria-Geral do Estado de SP. Força-tarefa foi fruto de atuação integrada com Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Secretaria Municipal da Fazenda de SP e polícias Civil e Militar. Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) deram apoio à ação.

    FONTE: SBT NEWS

  • Em vídeo, Bolsonaro confessa ter usado ferro de solda em tornozeleira eletrônica

    Em vídeo, Bolsonaro confessa ter usado ferro de solda em tornozeleira eletrônica

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu a policiais na madrugada deste sábado, 22, que fez uso de ferro de solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica, segundo um memorando do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica do Distrito Federal.

    O ex-presidente da República teve a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após violação do dispositivo.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu a policiais na madrugada deste sábado, 22, que fez uso de ferro de solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica, segundo um memorando do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica do Distrito Federal.

    O ex-presidente da República teve a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após violação do dispositivo.


    Confira a íntegra do memorando:

    O Centro Integrado de Monitoração Eletrônica monitora remotamente o réu desde 18/07/2025, através de tornozeleira eletrônica. Ocorre que às 00h07m do dia 22/11/2025 o Sistema de Monitoração gerou alerta indicando violação do dispositivo.
    Imediatamente, a equipe de escolta posicionada nas imediações da residência do monitorado foi acionada, assim como a Direção da Unidade. Os policiais penais realizaram contato imediato com o réu solicitando que se apresentasse para verificação do equipamento. Paralelamente, a Diretora Adjunta do CIME se deslocou até o local para análise presencial da situação.
    A informação inicial recebida pelos escoltantes era que o monitorado havia batido o dispositivo na escada. No momento em que esta Policial chegou ao local o acesso foi rapidamente viabilizado pelo próprio réu. Após autorizada a entrada no recinto buscamos um espaço com boa iluminação e energia elétrica, disponível já na sala principal da edificação. Diferente do que havia sido informado inicialmente, a tornozeleira não apresentava sinais de choque em escada. O equipamento possuía sinais claros e importantes de avaria. Haviam marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local de encaixe/fechamento do case.
    No momento da análise o monitorado foi questionado acerca do instrumento utilizado. Em resposta, informou que fez uso de ferro de solda para tentar abrir o equipamento. Informamos, ainda, que não foram identificados sinais de avaria na pulseira da tornozeleira. O equipamento número de série 85916 foi então substituído. A tornozeleira eletrônica n. 85903 foi instalada. Após confirmação de funcionamento regular, captação contínua de sinal e teste de tração, o monitorado foi liberado para retornar ao repouso. O dispositivo violado foi então recolhido e a equipe de escolta retornou para posto de vigilância externo à residência
    Permanecemos à disposição para outros esclarecimentos.
    Respeitosamente,
    RITA GAIO
    Diretora Adjunta CIME/SEAPE

    FONTE:  O ANTAGONISTA COM VIDEO DO G1.COM – GLOBO.COM
  • Superintendência da PF tem buzinaço e marcha fúnebre após prisão preventiva de Bolsonaro

    Superintendência da PF tem buzinaço e marcha fúnebre após prisão preventiva de Bolsonaro

    Com a movimentação de policiais e jornalistas em frente à Superintendência da Polícia Federal em Brasília (DF), carros passam fazendo buzinaço em frente ao prédio onde está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso preventivamente neste sábado, 22.

    O militante Fabiano e Silva Leitão Duarte, conhecido como Fabiano Trompetista, também compareceu. Ele se posicionou na grade do pátio da superintendência e tocou a marcha fúnebre e Marcha fúnebre e a música ‘tá na hora do Jair, já ir embora’ com o trompete.

    Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado, 22, após ordem de prisão assinada pelo O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O pedido partiu da Polícia Federal, que afirma que uma manifestação convocada por Flávio Bolsonaro poderia representar risco aos agentes, aos participantes e ao próprio ex-presidente.

    A decisão de Moraes aponta ainda que o ex-presidente violou o uso de tornozeleira eletrônica e tinha “elevado risco de fuga”, e que Bolsonaro poderia fugir para embaixadas próximas à sua casa, considerando investigações que já apontaram um planejamento de pedido de asilo para o ex-presidente.

    Ao Estadão, a defesa de Bolsonaro afirmou que ainda não sabe os motivos da prisão preventiva e que esta tentando acesso ao pedido de Moraes.

    Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado, espaço reservado para autoridades como presidentes da República e outras altas figuras públicas.

    Em nota oficial, a Polícia Federal informou que, por determinação de Moraes, a medida deveria ser cumprida “com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática; ficando a seu critério a utilização ou não de uniforme e respectivos armamentos necessários à execução da ordem”.

    Em setembro deste ano, Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado por liderar uma organização criminosa em uma tentativa de golpe de Estado para se perpetuar no governo.

    FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO –  AGÊNCIA ESTADO

  • Bolsonaro é preso pela Polícia Federal

    Bolsonaro é preso pela Polícia Federal

    Ex-presidente foi levado pelos agentes à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso neste sábado (22) pela Polícia Federal. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

    Bolsonaro foi preso na casa onde cumpria prisão domiciliar, no Jardim Botânico, bairro de alto padrão no Distrito Federal. Ele foi levado pelos agentes à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

    A prisão é preventiva, ou seja, ainda não representa o início do cumprimento da pena do ex-presidente, condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes como tentativa de golpe de estado.

    A defesa do ex-presidente diz não saber o motivo da prisão preventiva. Uma das hipóteses para o pedido da Polícia Federal é tentativa de atrapalhar o cumprimento da eventual pena, como a movimentação do filho Flávio Bolsonaro de fazer uma espécie de “vigília” para o pai.

    Ele cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto e usava tornozeleira eletrônica, mas por outro caso: o inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado por sua atuação junto ao governo dos Estados Unidos para promover sanções a autoridades brasileiras.

    Jair Bolsonaro foi condenado pro STF em 11 de setembro, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

    FONTE: SBT NEWS

  • Projetos da deputada Sílvia Cristina de proteção da prematuridade avançam na Câmara

    Projetos da deputada Sílvia Cristina de proteção da prematuridade avançam na Câmara

    Matérias definem inclusão da prematuridade no registro de nascimento e proteção dos bebês prematuros

     A deputada federal Sílvia Cristina apresentou na Câmara dos Deputados, os Projetos de Lei 2180/2024 e o 2891/2024. Ambos tratam da prematuridade e estão avançando nas comissões temáticas da Casa e a expectativa de aprovação é para garantir proteção e direitos dos bebês prematuros e de suas famílias.

    “Estamos no Novembro Roxo, mês de conscientização sobre a prematuridade e estamos com dois projetos de nossa autoria, tramitando na Câmara dos Deputados e seguimos trabalhando para que possam ser aprovados e virem lei, beneficiando os bebês prematuros e suas famílias”, destacou a deputada.

    A prematuridade, definida como o nascimento antes das 37 semanas de gestação, é um fator de risco importante para diversas condições de saúde. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a prematuridade é a principal causa de morte infantil no mundo inteiro. No Brasil, aproximadamente 12% dos bebês nascem com menos de 37 semanas de gestação.

    A prematuridade é hoje a principal causa de mortalidade em crianças menores de cinco anos e uma das principais causas de deficiências permanentes nessa faixa etária.

    PL 2891/2024

    Já aprovado na Comissão de Saúde, a matéria aguarda parecer na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, o PL 2891 protege os bebês prematuros e estabelece um marco regulatório específico para a prematuridade no Brasil.

    “A lei estabelece cuidados com os bebês prematuros. Ainda temos um longo caminho na Câmara, mas vamos seguir trabalhando e defendendo essa causa que tanto precisa de apoio”, explicou a deputada.

    PL 2180/2024

    Já o PL 2180, que prevê a obrigatoriedade de constar a informação sobre o nascimento prematuro no registro de nascimento de todas as crianças que nascem no Brasil, foi aprovado na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família e aguarda parecer na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania 

    “A matéria visa assegurar que dados críticos sobre o nascimento das crianças sejam formalmente registrados, oferecendo benefícios amplos tanto para o acompanhamento médico da criança, quanto para políticas públicas de saúde”, justificou a parlamentar.

    FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR  –  CÂMARA DOS DEPUTADOS 

  • PF investiga suposta ameaça de facção a subestação de energia do Pará durante COP30

    PF investiga suposta ameaça de facção a subestação de energia do Pará durante COP30

    Diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que “só a investigação poderá apontar se foi movimento isolado” ou do crime organizado

    A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar suposta ameaça da facção criminosa Comando Vermelho (CV) a uma subestação de energia do Pará durante a COP30, a ser realizada em Belém de 10 a 21 de novembro. O diretor-geral da corporação, Andrei Passos Rodrigues, confirmou informação ao SBT News e afirmou que “só a investigação poderá apontar se foi um movimento isolado de dois oportunistas ou algum movimento de facção”.

    De acordo com o diretor da PF, dois indivíduos em uma motocicleta afirmaram pertencer a uma organização criminosa e tentaram extorquir a empresa responsável pela obra, ordenando que ela fosse paralisada. Rodrigues informou que um inquérito foi instaurado na última terça (4) e que a Polícia Civil (PCPA) e a Polícia Militar do Pará (PMPA) também apuram o caso.

    “Foram dois indivíduos em uma moto que disseram ser de uma facção e ‘mandaram’ parar a obra (para extorquir a empresa). Só a investigação poderá apontar se foi um movimento isolado de dois oportunistas, ou algum movimento de facção”, informou.

    Apesar do susto, o chefe da PF também informou que a obra no local não parou e que a segurança segue lá, conforme planejado. A COP30, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre meio ambiente e mudanças climáticas, reúne dezenas de chefes de Estado e líderes mundiais na capital paraense.

    Megaoperação no Rio

    O CV foi alvo, em 28 de outubro, da operação policial mais letal da história brasileira, em força-tarefa nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos.

    A ação policial reacendeu debate sobre segurança pública e violência armada no país e tem mobilizado diversos setores do poder público.

    O governo do presidente Lula (PT) segue defendendo integração de forças e órgãos por meio da PEC da Segurança Pública. No Congresso, senadores instalaram nesta semana a CPI do Crime Organizado, para fazer diagnóstico da atuação de facções e milícias e propor respostas.

    FONTE: SBT NEWS