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Médica relatou “risco de morte” ao transferir Bolsonaro para hospital

março 21, 2026·2 min de leitura

Direção da Papudinha comunica oficialmente ao STF sobre escolta de emergência realizada na última semana; ex-presidente segue internado com broncopneumonia bacteriana.

A transferência de Jair Bolsonaro da Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da PMDF para o Hospital DF Star, ocorrida na última sexta-feira (13), foi motivada por um quadro de “risco de morte”. A informação consta no relatório oficial enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela direção da unidade prisional conhecida como “Papudinha”. Segundo o documento, a decisão foi tomada pela médica plantonista após o ex-presidente apresentar uma piora súbita em seu estado de saúde.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por sua condenação no processo que investigou a trama golpista. O relatório detalha que a escolta de emergência teve início às 6h52 e foi concluída cerca de duas horas depois, com a chegada à unidade hospitalar em Brasília. O ex-presidente está em tratamento contra uma broncopneumonia bacteriana e, de acordo com o boletim médico mais recente divulgado nesta sexta-feira (20), continua internado sem previsão de alta.

Defesa reitera pedido de prisão domiciliar

Diante do agravamento do quadro clínico, a equipe jurídica de Jair Bolsonaro protocolou um novo pedido de prisão domiciliar junto ao STF. Os advogados argumentam que o ambiente carcerário não oferece as condições necessárias para a recuperação plena do ex-presidente, especialmente considerando a gravidade da infecção respiratória relatada pela equipe médica da prisão.

Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes não estabeleceu um prazo para decidir sobre a solicitação. Enquanto isso, o monitoramento de saúde do custodiado segue sob responsabilidade da equipe do Hospital DF Star, sob vigilância policial contínua.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

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